O Rei Theike, senhor de um dos Sete Reinos do Oeste, reúne seus súditos três anos após a derrota para os povos do Leste, a fim de planejar uma revanche. O primeiro passo, no entanto, é guardar em local seguro um objeto capaz de decidir o resultado da guerra: a Harpa Sagrada, toda confeccionada em ouro e capaz de provocar o fim dos tempos. Para isso, convoca os herdeiros de cada um dos Sete Reinos para que formem um clã e, juntos, levem a harpa em segurança ao Templo das Fadas, guardado pela Rainha Niva e suas discípulas. Após um período de treinamento, os príncipes partem por terras destruídas e repletas de perigos, encontrando aliados como o índio Morcego Langäk, mas também inimigos como os terríveis Homens-Urso. No percurso, vão descobrir que a maior dificuldade será lidar com seus próprios egos e ideais. A Harpa Sagrada é o primeiro volume da tetralogia O Clã dos Cavaleiros Perdidos e narra a jornada dos príncipes Aurun, Shadal, Mënor, Pálago, Úrios, Tom e Bürki, e da princesa Lyla, ao Templo das Fadas.
O Clã dos Cavaleiros Perdidos I (O Clã dos Cavaleiros Perdidos ) - A Harpa Sagrada
Antonio Bento Ferraz
O Clã dos Cavalheiros Perdidos de A. B. Ferraz
Ao se escrever um livro que mistura reis, castelos, heróis, vilões, cavalheiros e princesas, dois elementos se fazem necessários para casar toda essa miscelânea de elementos: a imaginação e a aventura. Esses elementos se correlacionam e se completam, sem eles não existe um bom livro de fantasia. Na obra de A. B. Ferraz encontramos esses elementos e o resultado é um livro de extrema qualidade. Em O Clã dos Cavalheiros Perdidos I, temos a história do O Rei Theike, senhor de um dos Sete Reinos do Oeste, ele reúne seus súditos três anos após a derrota para os povos do Leste, a fim de planejar uma revanche. O primeiro passo, no entanto, é guardar em local seguro um objeto capaz de decidir o resultado da guerra: a Harpa Sagrada, toda confeccionada em ouro e capaz de provocar o fim dos tempos. Para isso, o Rei convoca os herdeiros de cada um dos Sete Reinos para que formem um clã e, juntos, levem a harpa em segurança ao Templo das Fadas, guardado pela Rainha Niva e suas discípulas. Após um período de treinamento, os príncipes partem por terras destruídas e repletas de perigos, encontrando aliados como o índio Morcego Langäk, mas também inimigos como os terríveis Homens-Urso. No percurso, vão descobrir que a maior dificuldade será lidar com seus próprios egos e ideais. As aventuras que o Clã dos Cavalheiros Perdidos viveu neste primeiro livro foram muitas. Aqui, nesta terra, o perigo pode te encontrar a qualquer momento e se você não está preparado para enfrentá-lo, a morte virá a seu encontro. Enquanto lia, foi impossível não relembrar O Senhor dos Anéis de Tolkien. Acho até que o autor se inspirou no grande mestre da fantasia. Mas, Ferraz conseguiu trilhar o seu próprio caminho, construindo um mundo novo, com personagens fortes e bem elaborados, com uma história convidativa e agradável de ler. Sua escrita é algo a parte que dá todo um charme a obra. Leve, instigante, envolvente. Suas descrições são boas e não tornam a obra cansativa. Este é um fator importante! Eu como leitor odeio livros que tornam a leitura cansativa e trabalhosa, principalmente os de fantasia. Por isso prezo os autores que tornam a obra cansativa para nós. Somente um ponto que eu não gostei na história. Foi o fato de autor ter terminado o livro I repentinamente. O livro foi finalizado num ponto que me deu vontade de ir atrás do autor para lhe aplicar um castigo (Não te perdôo por isso). Agora só me resta aguardar os próximos livros. Estou me sentindo órfão! E como eu já disse algumas vezes aqui no blog, a literatura nacional sempre me surpreende. E a surpresa da vez foi o autor A. B. Ferraz, que já me conquistou com a sua primeira obra. Recomendo por demais está leitura e convido a todos para conhecerem o trabalho do autor.
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