Jean-Christophe - I - O alvorecer, A manhã, O adolescente;

    Romain Rolland

    Globo Livros
    2006
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9788525041951
    Português Brasileiro

    Jean-Christophe de Romain Rolland (Nobel Prize for Literature in 1915 com esta mesma obra). desenvolve a biografia imaginária de Jean-Christophe Krafft, um gênio da música, do nascimento à morte, traçando um amplo quadro sócio-político da segunda metade do Século XIX à Belle Époque, “uma época de decomposição moral e social da França”... Personagem parcialmente baseado em Ludwig van Beethoven, de quem, aliás, Rolland escreveu uma biografia, Jean-Christophe é um herói criado para “ver e julgar” a sua época, agindo não pelo pensamento ou pela força mas pelo coração. E, na verdade, Rolland vê e julga pelos olhos e palavras de seu alter ego, com comentários corajosos sobre música, artes plásticas, literatura, poesia e costumes. [From Wikipedia] '(...) Although Romain Rolland first conceived the work in Rome in the spring of 1890, he began in earnest in 1903 after publishing a biography of Beethoven. A letter of 13 September 1902 reveals his plans: "My novel is the story of a life, from birth to death. My hero is a great German musician [of Belgian extraction] who is forced by circumstances to leave when he is 16-18 years old, living outside of Germany in Paris, Switzerland, etc. The setting is today's Europe [...] To spell it out, the hero is Beethoven in the modern world". "[...] Jean-Christophe has always seemed to me to flow like a river; I have said as much from the first pages." This coined the term roman-fleuve (river-novel), which has since been applied to other novel sequences in the same style. Many individual tomes swerve from the story of Krafft to focus on the other characters. Rolland was an admirer of Leon Tolstoy, and, as in "War and Peace", a very large proportion of the work is devoted to the author's thoughts on various subjects: music, art, literature, feminism, militarism, national character, and social changes in the Third Republic of France...

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    Solange Kusaba28/02/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Monumental

    A obra (10 livros dividids, nesta edição em 3 volumes)) narra a vida de Jean-Christophe Krafft, um músico genial, desde sua infância até sua morte, explorando temas como a arte, a luta pela liberdade, a solidão e a busca pela transcendência. Volume I: L1. O Alvorecer A Pureza da Infância e o Despertar da Consciência: "O Alvorecer" reflete sobre a pureza e a sensibilidade da infância, mas também sobre como as primeiras experiências de dor e conflito podem moldar uma pessoa. Jean-Christophe começa a perceber as contradições da vida e a desenvolver sua sensibilidade artística como uma forma de expressão e escape. A descoberta da arte e da dor como partes inseparáveis da vida. A música não é apenas um talento, mas uma força que molda a sensibilidade de Jean-Christophe, ao mesmo tempo em que o confronta com a dureza do mundo ao seu redor. L2. A Manhã A Busca pela Identidade e a Rebelião Juvenil: "A Manhã" reflete sobre a transição da infância para a adolescência, marcada pela busca por identidade e pela rebeldia contra as convenções. Jean-Christophe luta para encontrar seu lugar no mundo e expressar sua individualidade através da música. A inocência começa a se desfazer. Jean-Christophe percebe que o mundo exige mais do que talento: ele precisa lutar contra o sistema, contra as hipocrisias da sociedade e contra as desilusões da vida. É um período de aprendizado e amadurecimento forçado. L3. O Adolescente A Angústia da Juventude e a Busca pelo Sentido: "O Adolescente" reflete sobre a angústia e a solidão da juventude, especialmente para alguém tão sensível e talentoso quanto Jean-Christophe. O livro explora a luta para encontrar significado em um mundo que muitas vezes parece hostil e incompreensível. A música se torna não apenas uma forma de expressão, mas também uma busca pela transcendência e pela conexão com algo maior. A revolta contra as convenções sociais. Jean-Christophe quer ser livre, mas percebe que essa liberdade tem um preço. O livro ilustra a tensão entre o idealismo da juventude e as limitações da realidade. Sigamos a jornada

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