A Crise de 79 é considerado pela crítica mundial o mais apaixonante romance de Paul Erdrman. Este é um romance com tanta atualidade e tão realista em suas observações do mundo da alta finança do petróleo, que se lê com o mesmo interesse das manchetes dos jornais diários sobre o assunto. nele tudo se passa nos bastidores da grande batalha do nosso tempo, travada entre os magnatas do petróleo e que todos os dias levantam uma ponta do véu sobre os mistérios da alta finança internacional. A figura controvertida do xá do Irã domina a cena principal; é ele quem protagoniza os lances em torno de um dos mais graves problemas do nosso tempo - o do petróleo - e do qual depende o futuro do mundo ocidental. E tudo se passa entre ambições ilimitadas, sonhos desmedidos de poder, acalentados em segredo na discrição das chancelarias ou das grandes manobras financeiras secretas. Num movimentado painel as personagens agitam-se como títeres mexidos por cordéis invisíveis, sem saberem se estão contribuindo para o acontecimento-chave deste romance - a prevista crise de 79 e a possível derrocada da indústria do Ocidente. Realidade ou ficção, imaginação ou dedução, o romance de Paul Erdman é obra impressionante de aguda observação realista e fria, sem quaisquer concessões e escrito com desenvoltura e independência. Uma denúncia e e um aviso sério

