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    O Vampiro de Curitiba -

    Dalton Trevisan, ana lee

    Record
    2008
    107 páginas
    3h 34m
    ISBN-13: 9788501013637
    Português Brasileiro
    3.2
    1470 avaliações
    Leram2617Lendo97Querem1357Relendo5Abandonos106Resenhas152
    Favoritos48Desejados1357Avaliaram1470

    Neste que é talvez o mais conhecido dos livros de Dalton Trevisan. é contada a história de um vampiro em pele de cafajeste que persegue virgens e prostitutas em fim de carreira em uma Curitiba degradada. Tendo dedicado toda a carreira ao conto. o autor é considerado o maior mestre brasileiro no gênero.

    Edições (7)

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    Resenhas (152)Ver mais
    Clio picture
    Clio06/03/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Você gosta de Dalton Trevisan? Eu também. Você gosta de O Vampiro de Curitiba? Eu também. Você gosta do protagonista Nelsinho? Pois vá se f$%¨&r! Nelsinho, o protagonista do livro, é um tarado compulsivo que persegue, estupra, agoniza, seduz, é seduzido e sucumbe a sua perversão das formas mais diferentes (e ainda assim comuns do dia-a-dia) que você pode imaginar. Trevisan, como sempre, escreve horrores e não deixa ninguém na mão na hora de escrever os contos. São todos bem estruturados e variados nas técnicas narrativas. Mas, o que realmente merece atenção é a sua descrição do personagem e seus atos. Vamos deixar claro, Nelsinho não é um Casanova, um Dom Juan, ele é um nojento filho-da-p#t@! Numa roda de amigos, ele é o cara que quando senta, todas as mulheres levantam. Aquele que quando pega alguém, a mulherada suspira e resmunga que não é possível, tá faltando homem no mercado. É sem dúvida, o personagem que vai te fazer ler até a última linha, nem que seja para poder mais uma vez mandá-lo para aquele lugar.

    111 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.2 / 1470
    • 5 estrelas15%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas19%
    • 1 estrelas9%
    Dalton Trevisan profile picture

    Dalton Trevisan

    É um escritor brasileiro de Curitiba, Paraná. Importante contista da literatura brasileira, Dalton Trevisan foge de entrevistas e exposições ao público e até mesmo de premiações. Por esse motivo é conhecido como "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus mais conhecidos livros. Para seus contos e personagens, inspira-se em habitantes da cidade e trata de situações de significado universal. Tornou-se cada vez mais minimalista em seus contos e tem apenas um romance publicado, "A Polaquinha". E QUE ROMANCE! Dalton Jérson Trevisan (Curitiba, 14 de Junho de 1925) é um advogado, escritor, autor, e um dos maiores contistas brasileiros de todos os tempos, famoso por seus livros de Contos, especialmente "O Vampiro de Curitiba" (1965), e por sua natureza misteriosa, reclusa e reservada. Ele estudou no Colégio Estadual do Paraná e trabalhou, durante sua juventude, na fábrica de vidros de sua família. Depois de se formar pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná), chegou a exercer a advocacia durante 7 anos. Quando era estudante de Direito, Trevisan costumava lançar seus Contos em modestos folhetos. Ele liderou o grupo literário que publicou, entre 1946 e 1948, a revista 'Joaquim'. O nome, segundo ele, era "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil". A publicação tornou-se porta-voz de uma geração de escritores, críticos e poetas. Reunia Ensaios assinados por Antonio Cândido, Mário de Andrade e Otto Maria Carpeaux e Poemas até então inéditos, como "O Caso do Vestido", de Carlos Drummond de Andrade. A revista também trazia traduções de Joyce, Proust, Kafka, Sartre e Gide e era ilustrada por artistas como Poty, Di Cavalcanti e Heitor dos Prazeres. A publicação, que circulou até Dezembro de 1948, continha o material de seus primeiros livros de Ficção, incluindo "Sonata Ao Luar" (1945) e "Sete Anos de Pastor" (1948) - duas obras renegadas pelo autor. Em 1954, ele publicou o "Guia Histórico de Curitiba", "Crônicas da Província de Curitiba", "O Dia de Marcos" e "Os Domingos ou Ao Armazém do Lucas", edições populares à maneira dos folhetos de feira. Inspirado nos habitantes da cidade, ele criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante. Ele publicou também "Novelas Nada Exemplares" (1959) e ganhou o 'Prêmio Jabuti' da Câmara Brasileira do Livro. Como era de se esperar, enviou um representante para recebê-lo. "Morte na Praça" (1964), "Cemitério de Elefantes" (1964) e "O Vampiro de Curitiba" (1965). Isolado dos meios intelectuais e concorrendo sob pseudônimo, Trevisan conquistou o primeiro lugar do 'I Concurso Nacional de Contos' do Estado do Paraná, em 1968. Escreveu depois "A Guerra Conjugal" (1969), posteriormente transformada em um premiado filme, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, "Crimes da Paixão" (1978) e "Lincha Tarado" (1980). Em 1994 publicou "Ah, é?", obra-prima do estilo minimalista. Seu único Romance publicado é o maravilhoso erótico "A Polaquinha". É reconhecido como um dos mais importantes contistas da literatura brasileira por grande parte dos críticos do país. Entretanto, é avesso a entrevistas e exposições em órgãos de comunicação social, criando uma atmosfera de mistério em torno de seu nome. Por esse motivo, ele recebeu a alcunha de "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus livros. Ele assina apenas "D. Trevis" e não recebe a visita de estranhos. Prêmios: Foi eleito por unanimidade vencedor do 'Prémio Camões' de 2012, ano em que também recebeu o 'Prêmio Machado de Assis', da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. SUAS OBRAS: Novelas Nada Exemplares (1959) Cemitério de Elefantes (1964) Morte na Praça (1964) O Vampiro de Curitiba (1965) Desastres do Amor (1968) Mistérios de Curitiba (1968) A Guerra Conjugal (1969) O Rei da Terra (1972) O Pássaro de Cinco Asas (1974) A Faca No Coração (1975) Abismo de Rosas (1976) A Trombeta do Anjo Vingador (1977) Crimes de Paixão (1978) Primeiro Livro de Contos (1979) Vinte Contos Menores (1979) Virgem Louca, Loucos Beijos (1979) Lincha Tarado (1980) Chorinho Brejeiro (1981) Essas Malditas Mulheres (1982) Meu Querido Assassino (1983) Contos Eróticos (livro) (1984) "A Polaquinha" (Romance Erótico) (1985) Noites de Amor em Granada Pão E Sangue (1988) Em Busca de Curitiba Perdida (1992) Dinorá - Novos Mistérios (1994) Ah, É? (1994) 234 (1997) Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades (1998) Quem Tem Medo de Vampiro? (1998) 111 Ais (2000) Pico Na Veia (2002) 99 Corruíras Nanicas (2002) O Grande Deflorador (2002) Capitu Sou Eu (2003) Continhos Galantes (2003) Arara Bêbada (2004) Gente Em Conflito (com Antônio de Alcântara Machado) (2004) Macho Não Ganha Flor (2006) O Maníaco do Olho Verde (2008) Uma Vela Para Dario (talvez 2008) 35 Noites de Paixão - Contos Escolhidos (2009) Violetas e Pavões (2009) Desgracida (2010) Mirinha (2011) Nem Te Conto, João (2011) O Anão E A Ninfeta (2011) Novos Contos Eróticos - Antologia (2013) A Mão Na Pena (2014) O Beijo Na Nuca (2014) Logo abaixo, os dois primeiros livros publicados, que o autor renega (editores desconhecidos): Sonata ao Luar (1945) Sete Anos de Pastor (1948) No exterior: Novelas Nada Ejemplares - tradução de Juan Garcia Gayo, Monte Avila - Caracas (1970) De koning der aarde (O Rei da Terra) - tradução de August Willemsen - Amsterdam (1975) The Vampire of Curitiba and Others Stories - tradução de Gregory Rabassa, Alfred A. Knopf - Nova York (1972) El Vampiro de Curitiba - tradução de Haydée M. J. Barroso, Ed. Sudamericana - Buenos Aires (1976) De vijfvleugelige vogel (O Pássaro de Cinco Asas) - trad. August Willemsen - Amsterdam (1977) Ehekrieg (Guerra Conjugal) - (coletânea de contos, não corresponde ao livro "A Guerra Conjugal") - tradução de Georg Rudolf Lind, Ed. Suhrkamp - Frankfurt (1979) Antologias: Contos em Antologias alemãs (1967 e 1968), argentinas (1972 e 1978), americanas (1976 e 1977), polonesas (1976 e 1977), sueca (1963), venezuelana (1969), dinamarquesa (1972) e portuguesa (1972). Filme: Guerra Conjugal (1974), histórias e diálogos do autor, roteiro e direção de Joaquim Pedro de Andrade.

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    Paraná, Brasil

    Dalton Trevisan