Genocídio e o Tribunal Penal Internacional Para Ruanda

    Luiz Augusto Módolo de Paula

    Appris
    2014
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788581924793
    Português Brasileiro

    A presente obra analisa a atuação do Tribunal Penal Internacional para Ruanda, corte com sede na Tanzânia, criada sob os auspícios da ONU e encarregada de processar as pessoas responsáveis por sérias violações ao Direito Internacional Humanitário cometidas durante o genocídio da população tutsi organizado por membros do governo e do exército de Ruanda em 1994, e que vitimou mais de 800.000 civis. Estuda-se a evolução do Direito Internacional Penal ao longo do século XX até a criação do Tribunal e a história e a organização política de Ruanda até a eclosão da guerra civil e do genocídio. Apresenta-se a estrutura, a competência e a dinâmica dos julgamentos, promove-se o estudo de quatro casos paradigmáticos julgados, e verificam-se os resultados concretos alcançados pelo Tribunal para impedir a impunidade, apontando este órgão judicial como importante precursor do Tribunal Penal Internacional criado pelo Estatuto de Roma em 1998. O trabalho também ambiciona perpetuar a lembrança de um dos maiores massacres da história, comparável ao próprio Holocausto, e o tratamento dado pelo Direito e pela comunidade internacional ao episódio.

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    Elisabete Bastos05/03/2021Resenhou um livro
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    Genocídio ( crime contra humanidade) Ruanda - país Africano

    O livro trata do Tribunal Penal Internacional de Ruanda criado para tratar o genocídio de 800.000 mil tutsis, no período entre 06 de abril de 1994( queda do avião presidencial etnia hutu) e a tomada do poder pela FPR em 20/07/94. A colonização de Ruanda pela Bélgica criou conflitos, eis que criou o fenótipo de que tutsis tinham o perfil com traços suaves, podendo assim, serem mais inteligentes. Além disso, trazendo para a identificação civil a anotaçã de sua etnia. O crescimento dos conflitos se ampliaram . Quando os hutus conseguiram o poder, eles começaram ao raciocínio simplistas acabar, aniquilar os tutsis. Matando toda uma raça? Absurdo, mas aconteceu. Os outros países se afastaram de auxiliar o país e evitar o derramamento de sangue. Os tutsis eram caçados nas igrejas, as mulheres estupradas, mutiladas, antes de serem mortas. Pior a mídia, alimentava a desinformação e reverberava que os hutus tinhas que exterminar as baratas (desumanização dos tutisis. Assim, no solo da Ruanda infelizmente não existia uma nacionalidade, mas uma divisão de raças, o qual uma desejava o aniquilamento de outra. Neste toar, deve-se ter em mente que o ser humano deve ter em mente a empatia, o sentimento de que as dores do outro devem ser evitadas. O pior é saber que existem homens com visões econômicas e políticas que alimentam tais conflitos para ganhar hegemonia. Não tem interesse do todo. Neste julgamento, levou muitos anos para chegar a uma sentença, os primeiros tiveram como sentença prisão perpétua, bem como, 3 jornalistas que se enveredaram em criar, aumentar mentir e incentivar e incutir que hutus matassem tutsis. Os cabeças do poderio político e militar de Ruanda tiveram pena em torno trinta anos. Temos que olhar a História é verificar que o ódio pela diversidade cria obstáculos perenes pela paz.

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