Mochizuki largou a escola recentemente e tem se empenhado na busca por seu irmão, que desapareceu com a namorada há muito tempo sem deixar rastros. Ele acorda de repente em uma construção estranha e nota vozes vindas de um dispositivo em sua orelha.
As vozes explicam-lhe serem espectadores do Bloody Junkie, um programa transmitido na internet para quem paga para assistir. Esse programa de entretenimento possui um estilo Battle Royale, ou seja: várias pessoas são confinadas em um local com o objetivo de matarem uns aos outros até sobrar apenas uma pessoa.
Bloody Junkie começou a ganhar meu interesse aos poucos. A semelhança com a estória que o inspirou é apenas o enredo, sendo esse mangá mais leve. Cada volume passa rápido e vão sendo introduzidos personagens bem instigantes. Gostei da leitura, mas o segundo volume trouxe uma decepção: devido às baixas vendas do primeiro volume, Bloody Junkie foi encerrado aqui.
Dessa forma, o mangá termina sem um final e a autora apenas escreve um extra onde conta o que aconteceria em seguida. Sinceramente, eu não li HAHAHA Nunca gravo o nome de todos os personagens de um mangá, e fiquei meio perdida sobre quem era quem no texto (e a coisa mais chata é ficar voltando as páginas de um mangá no Kindle). Mas não é como se eu ficasse exatamente curiosa. De qualquer forma, nunca recomendaria esse mangá alguém pelo simples fato de não possuir final adequado. É uma pena.