Esse volume simplesmente não te dá um minuto de paz. É só abrir a primeira página que já começa a sessão pancadaria emocional e a autora segue descendo a mão na gente até o fim. Eu terminei sem saber se respirava, chorava ou gritava com alguém que nem existe.
A Pamela, coitada, está no auge do sofrimento e a cada revelação você pensa: “não é possível que vão fazer ela passar por MAIS ISSO”… e aí sim, eles fazem. Você só quer pegar a mulher no colo, dar um chá, um cobertor e falar “amiga, fica em paz, o universo te deve umas quinze vidas boas”.
E o Ash? SOCORRO. A vontade de que ele exploda aumenta exponencialmente a cada capítulo. Ele aparece e meu cérebro já entra em modo automático: “vai embora, homem, não estraga MAIS NADA.” A energia dele é tão tóxica que se encostar na página deve dar alergia.
O enredo, então? É um plot twist atrás do outro, uma avalanche de passado, maldições, dores antigas e decisões que você sabe que vão custar caro. É aquele tipo de volume que muda o jogo, deixa tudo mais sério e mais sombrio, e quando você percebe… já era, você está emocionalmente envolvida demais pra desistir.
Conclusão: é destruição emocional premium. Você vira a última página completamente sem condições, querendo respostas, querendo justiça, querendo terapia pra Pamela e um meteoro exclusivo pro Ash.
E mesmo assim? Você termina querendo o próximo volume AGORA.