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    Germinal (Obra-Prima de Cada Autor - Série Ouro) -

    Émile Zola

    Martin Claret
    2016
    449 páginas
    14h 58m
    ISBN-13: 9798572326697
    Português Brasileiro
    4.6
    7 avaliações
    Leram12Lendo1Querem14Relendo1Abandonos3Resenhas2
    Favoritos1Desejados14Avaliaram7

    Fundador e principal autor do naturalismo literário, Émile Zola levou a descrição realista a extremos de crueza, especialmente na denúncia das condições de trabalho da classe operária do século XIX. A estética naturalista do escritor, inspirada na filosofia positivista e na medicina da época, partia da convicção de que a conduta humana é determinada pela herança genética, pela filosofia das paixões e pelo ambiente. Germinal (1885) é universalmente considerada a obra-prima do autor. Foi a partir de Germinal — descrição das condições de vida sub-humanas numa comunidade de mineiros, que Zola começou a destacar os elementos de opressão social como responsáveis pela paralisação moral da humanidade.Germinal é um romance poderoso escrito por um autor poderoso.

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    Elis Anjos picture
    Elis Anjos20/02/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Germinal

    Simplesmente maravilhoso! Que livro minha gente, que livro! Não sei nem o que falar, ainda estou impactada com a leitura. É uma narrativa que devasta, que mexe com a gente! Zola consegue nos fazer se sentir dentro da mina com os mineiros em várias partes, nos emociona e faz com que nós nos solidarize com as personagens e sinta suas dores, agonias, revoltas, tristezas. É um livro que te transporta mesmo para aquela realidade, fazendo com que nos sintamos parte dela. Buscando palavras pra descrever mas não consigo. Genial, arrebatador! Já entrou para lista dos meus queridinhos da literatura! Leiam, vocês não vão se arrepender!

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 7
    • 5 estrelas57%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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