xenoglossia - Metapsíquica - Mediunidade Poliglota

    Ernesto Bozzano

    FEB - Federação Espírita Brasileira
    1998
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-10: 8573281472
    Português Brasileiro

    Conforme Ernesto Bozzano, pesquisador da metapsíquica, informa, na Introdução de seu livro Xenoglossia, que o termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet para identificar o fenômeno no qual pessoas falam em línguas que eles e, geralmente, o público presente ignoram, porém que se tratam de línguas existentes hoje ou que existiram no passado. Richet teve o intuito de distinguir de modo preciso, a mediunidade poliglota propriamente dita, pela qual os médiuns falam ou escrevem em línguas que eles ignoram totalmente e, às vezes, ignoradas de todos os presentes, dos casos afins, mas radicalmente diversos, de glossolalia, nos quais os pacientes sonambúlicos falam ou escrevem em pseudolíngua inexistentes, elaboradas nos recessos de suas subconsciências, pseudolínguas que não raro se revelam orgânicas, por serem conformes às regras gramaticais.

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    Angela Maria Araujo Luna22/12/2025Resenhou um livro

    O fenômeno Xenoglossia

    Xenoglossia (Ernesto Bozzano) – Síntese para Estudosos O Fenômeno: Bozzano analisa a faculdade de médiuns falarem ou escreverem em línguas que nunca aprenderam. Ele separa o que é apenas "falar sons estranhos" (glosolalia) do que é uma comunicação inteligente e estruturada (xenoglossia). O Argumento Central: O autor combate a ideia de que isso seria apenas "memória esquecida" (animismo). Ele prova que o subconsciente não conseguiria manter uma conversa fluida, com gramática correta e respostas inteligentes, em um idioma desconhecido. A Conclusão Espírita: Para Bozzano, a Xenoglossia é uma das provas mais fortes da sobrevivência da alma. Se o médium não conhece o idioma, mas a comunicação acontece de forma perfeita, a fonte da inteligência só pode ser externa: um Espírito desencarnado. Em resumo: O livro prova que o conhecimento sobrevive à morte do corpo. O cérebro é apenas o rádio; a música (o idioma) vem de outra estação.

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