Nessa história, conhecemos Charlie, uma bela atriz inglesa com veia revolucionária que é de certa forma recrutada pela inteligência israelense para ajudá-los a encontrar um terrorista palestino.
No processo Charlie se envolve emocionalmente com os dois lados da batalha, no que ela chama "Teatro do real". É muito interessante ver pela perspectiva dela, como atriz, a forma que ela utiliza para se envolver com os palestinos como espiã, de forma que acreditem nela, e ela mesmo vivendo e acreditando. As motivações dela com relação aos Israelitas achei um pouco estranha, mas crível!
A história é boa e te deixa com curiosidade para ver o que vai acontecer em seguida, porém a escrita do autor para o meu gosto é um pouco cansativa, extremamente detalhista, mas de forma alguma empobrece a leitura.
Recomendo, principalmente pela parte histórica, se alguém se interessa ou tem curiosidade pelo tema, te dá uma perspectiva diferente e apresenta bem os dois lados da moeda.