The Concrete Blonde (A Harry Bosch Novel #3) -

    Michael Connelly

    Grand Central Publishing
    2013
    560 páginas
    18h 40m
    ISBN-13: 9781455550630

    They call him the Dollmaker, a serial killer who stalks Los Angeles and leaves a grisly calling card on the faces of his female victims. When a suspect is shot by Detective Harry Bosch, everyone believes the city's nightmare is over. But then the dead man's widow sues Harry and the LAPD for killing the wrong man--an accusation that rings terrifyingly true when a new corpse is found with the Dollmaker's macabre signature. Now, for the second time, Harry must hunt down a ruthless death-dealer before he strikes again. Careening through a blood-tracked quest, Harry will go from the hard edges of the L.A. night to the last place he ever wanted to go--the darkness of his own heart...

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    Carla Silva09/09/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Poesia em Prosa Urbana

    Um dos primeiros romances que Connelly escreveu com o seu detetive da polícia de Los Angeles, Harry Bosch, e certamente um dos melhores. Harry Bosch está sendo processado sob a alegação de ter matado um homem inocente. Enquanto isso, ele está começando a investigar um novo crime - A loura de concreto - que parece um crime do assassino que ele alvejou - e que está morto. Será que seus acusadores tem razão? Será que ele acabou matando o homem errado? Também, a vida pessoal de Harry caminha numa linha doce-amarga, já que a mulher com quem se relaciona deseja conhecê-lo melhor, aproximar-se mais dele - e Harry não sabe se está pronto para essa vulnerabilidade. Vemos todos os problemas de Bosch, sua paixão pelo trabalho policial - sua "missão", como ele sempre se viu: como alguém vocacionado para ser detetive, para dar tudo de si no que faz - seu sentimento ferido ao ser traído por um colega, sua mágoa, sua (afinal) generosidade - e Connelly é hábil para não enfatizar isto: ele apenas mostra as atitudes de Harry, dono de um grande coração - seus auto questionamentos, sua sensibilidade, sua dedicação e - mesmo - sua doçura entrevista, só espiada (como sempre, Connelly não acentua, não frisa; que maravilha ler um autor que sabe escrever! ) e vamos acompanhando uma excelente trama policial, cujo ritmo jamais cai, e nos faz roer as unhas e devorar página após página. Caracterização de personagens - não só Bosch - de primeiro nível, observações sutis, e a certa altura, uma impressão de sua prosa: poesia em prosa urbana. Sobre L.A., sobre as ruas, bairros, sobre esperança vs. desespero, sobre um trabalho - uma missão - que nunca termina, nunca descansa; Vida longa a Michael Connelly. E vida longa ao seu admirável, doce, humano, verdadeiro, intenso, generoso, apaixonado Harry Bosch.

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