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    Moby-Dick - Norton Critical Editions

    Herman Melville

    W. W. Norton & Company Ltd.
    2002
    752 páginas
    1d 1h 4m
    ISBN-10: 0393972836
    3.8
    12076 avaliações
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    For this Sesquicentennial Norton Critical Edition, the Northwestern-Newberry text of Moby-Dick has been generously footnoted to include dozens of biographical discoveries, mainly from Hershel Parker's work on his two-volume biography of Melville. A section of "Whaling and Whalecraft" features prose and graphics by John B. Putnam, a sample of contemporary whaling engravings, as well as, new to this edition, an engraving of Tupai Cupa, the real-life inspiration for the character of Queequeg. Evoking Melville’s fascination with the fluidity of categories like savagery and civilization, the image of Tupai Cupa fittingly introduces "Before Moby-Dick: International Controversy over Melville," a new section that documents the ferocity of religions, political, and sexual hostility toward Melville in reaction to his early books, beginning with Typee in 1846. The image of Tupai Cupa also evokes Melville’s interest in the mystery of self-identity and the possibility of knowing another person’s "queenly personality" (Chapter 119). That theme (focused on Melville, Ishmael, and Ahab) is pursued in "A Handful of Critical Challenges," from Walter E. Bezanson’s classic centennial study through Harrison Hayford’s meditation on "Loomings" and recent essays by Camille Paglia and John Wenke. In "Reviews and Letters by Melville," a letter has been redated and a wealth of new biographical material has been added to the footnotes, notably to Melville’s "Hawthorne and His Mosses." "Analogues and Sources" retains classic pieces by J. N. Reynolds and Owen Chase, as well as new findings by Geoffrey Sanborn and Steven Olsen-Smith. In "Reviews of Moby-Dick" emphasizes the ongoing religious hostility toward Melville and highlights new discoveries, such as the first-known Scottish review of The Whale. "Posthumous Praise and the Melville Revival: 1893-1927" collects belated, enthusiastic praise up through that of William Faulkner. "Biographical Cross-Light" is Hershel Parker’s somber look at what writing Moby-Dick cost Melville and his family. From Foreword through Selected Bibliography, this Sesquicentennial Norton Critical Edition is uniquely valuable as the most up-to-date and comprehensive documentary source for study of Moby-Dick.

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    Paulo Henrique picture
    Paulo Henrique27/03/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Resenha

    Percebo que leitor tem que ter certa força de vontade para chegar ao final deste livro. Os capítulos são relativamente curtos, mas são bastantes (135), e boa parte deles são de descrições e detalhes que, confesso, me foram alguns muito entediantes. Digo com sinceridade que certos capítulos podem ser pulados sem peso na consciência, e isso não afetaria em nada o entendimento completo da história. Talvez um fã da oba discorde de mim e diga que estou depreciando um clássico, enfim. A história em si pode até ser interessante. Ishmael, o protagonista, já nas primeiras palavras do livro diz que decidiu por se aventurar nos mares por não ter nada em especial que o interessasse em terra firme; o oceano era uma forma de espairecimento. Embora ele tenha tido experiência como marinheiro mercante, ele não sabia nada da vida de baleeiro. Portanto, a história é tanto uma novidade para o protagonista quanto para o leitor, que passará a conhecer os meandros dessa profissão que foi muito comum nos séculos anteriores, mas já quase banida do nosso século (exceto por Noruega, Finlândia e Japão, que, pelo que pesquisei, ainda caçam os cetáceos). O que dá um toque de mistério à história é a existência de uma baleia que causa terror a qualquer marujo pela simples menção do nome, por causa da lenda em torno desse gigantesco ser de força anormal e inteligência surpreendente para sua espécie; somado a isso, temos os planos quase psicopáticos do capitão do navio, Ahab, que a qualquer custo busca vingança dessa baleia chamada Moby Dick e que transforma sutilmente a profissão de seus subordinados em um plano pessoal para finalmente caçar a baleia branca. A maior parte do livro, contudo, são de descrições e devaneios do personagem principal, que esbanja observações e termos técnicos náuticos dos quais nós pouco entenderemos. Personagem culto, cheio de referências e, devo dizer, com um bom poder argumentativo, assim Ishmael vai aprendendo a sua nova profissão e o livro ganha um quê de científico ou sociológico: "quanto mais mergulho neste assunto de pesca baleeira e faço avançar minha pesquisa até suas mais remotas fontes, muito mais me impressiona a sua grande respeitabilidade e antiguidade". Mesmo assim, ele mesmo reconhece (será?) o quão mesquinho é por parte do homem caçar centenas de baleias para tão somente garantir a iluminação de lamparinas à óleo: "aqueles eram tempos cavalheirescos da nossa profissão [de baleeiro], quando nos armávamos apenas para socorrer os necessitados e não para abastecer as lamparinas dos homens". Em suma, é um livro longo de uma jornada longa, cheio de detalhes que podem interessar a alguns mas entediar a outros, como foi meu caso. Por fim, reconheço que devemos dar os méritos ao autor, que na época deve ter esmiuçado a fundo a profissão e a época para poder escrever esta obra tão robusta.

    469 curtidas

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