Common Sense -

    Thomas Paine

    Wisehouse Classics
    2015
    45 páginas
    1h 30m
    ISBN-10: B0183DY0BA

    COMMON SENSE is a pamphlet written by Thomas Paine in 1775-76 that inspired people in the Thirteen Colonies to declare and fight for independence from Great Britain in the summer of 1776. The pamphlet explained the advantages of and the need for immediate independence in clear, simple language. It was published anonymously on January 10, 1776, at the beginning of the American Revolution and became an immediate sensation. It was sold and distributed widely and read aloud at taverns and meeting places. Washington had it read to all his troops, which at the time had surrounded the British army in Boston. In proportion to the population of the colonies at that time (2.5 million), it had the largest sale and circulation of any book published in American history. As of 2006, it remains the all-time best selling American title. COMMON SENSE presented the American colonists with an argument for freedom from British rule at a time when the question of whether or not to seek independence was the central issue of the day. Paine wrote and reasoned in a style that common people understood. Forgoing the philosophical and Latin references used by Enlightenment era writers, he structured COMMON SENSE as if it were a sermon, and relied on Biblical references to make his case to the people. He connected independence with common dissenting Protestant beliefs as a means to present a distinctly American political identity. Historian Gordon S. Wood described COMMON SENSE as "the most incendiary and popular pamphlet of the entire revolutionary era".

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    Waldir Figueiredo Reccanello picture
    Waldir Figueiredo Reccanello08/05/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Publicado em janeiro de 1776 durante a Guerra de Independência dos Estados Unidos (1775-1781) , "Senso Comum" foi - e ainda é - um dos mais bem-sucedidos panfletos políticos da história, um libelo repleto de argumentos poderosos, persuasivos e veementes contra a monarquia hereditária e a favor da independência das 13 Colônias. No intuito de convencer o leitor da importância de assumir sua parcela de responsabilidade, o livro oferecia duas alternativas ao povo americano: continuidade e submissão a um monarca tirânico, ou liberdade e felicidade em uma nova república independente. Em suas poucas, mas densas, páginas - o original tinha cerca de 70 folhas - ele destrói todos os possíveis entendimentos que poderiam sustentar uma possível, mas indesejada, reconciliação com a Inglaterra. Porquanto a virtude não seja perpétua (e muito menos hereditária), e supondo de início que todos os homens são originalmente iguais, Paine demonstra a total ausência de razoabilidade de alguém, por mero nascimento e para todo o sempre, clamar para si e sua família o direito de se colocar acima e em preferência de todos as outras pessoas. Em seu fim, a obra busca transmitir ao leitor a convicção de que está em seu poder recomeçar a história do mundo, e sua conclusão é irresistível: “O sol nunca brilhou sobre uma causa de maior valor. Não se trata de um assunto que concerne a uma cidade, a um país, a uma província ou a um reino – mas sim a um continente. Esta não é uma questão de um dia, de um ano, ou de uma era; a posteridade está de fato envolvida nesta contenda, e será mais ou menos afetada, mesmo até o final dos tempos, pelo que ocorre nesse momento“. === Obtendo imenso sucesso (segundo consta, foi reimpresso vinte e cinco vezes apenas no primeiro ano, com vendas ultrapassando os cento e cinquenta mil exemplares - em uma população não maior que 2,5 milhões de habitantes), o texto e seu espírito argumentativo encontraram ressonância na própria Declaração de Independência norte-americana, tornando-se o motor da época e despertando nos colonos as ganas necessárias para desencadear a primeira ação anticolonial bem-sucedida da história moderna. === Diante de seu inegável valor pessoal e do mérito de sua obra no sentido de estimular os combatentes da Independência dos Estados Unidos, os americanos quiseram perpetuar sua memória com sucessivas reedições de "Senso Comum", porém o espírito do autor, pendente mais para o liberalismo social tão caro aos franceses, terminaria mais identificado com a Revolução Francesa que com a Revolução Americana.

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