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    Siete casas vacías (Voces / Literatura nº 213) -

    Samanta Schweblin

    Editorial Páginas de Espuma
    2016
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-10: B01FE2C8DA
    Espanhol
    4
    22 avaliações
    Leram28Lendo3Querem19Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos2Desejados19Avaliaram22

    Las casas son siete, y están vacías. La narradora, según Rodrigo Fresán, es «una científica cuerda contemplando locos, o gente que está pensando seriamente en volverse loca». Y la cordura, como siempre, es superficial. Samanta Schweblin nos arrastra hacia Siete casas vacías y, en torno a ellas, empuja a sus personajes a explorar terrores cotidianos, a diseccionar los miedos propios y ajenos, y a poner sobre la mesa los prejuicios de quienes, entre el extrañamiento y una «normalidad» enrarecida, contemplan a los demás y se contemplan. La prosa afilada y precisa de Schweblin, su capacidad para crear atmósferas intensas y claustrofóbicas, y la inquietante gama de sensaciones que recorren sus siete cuentos han hecho a este libro merecedor del IV Premio Internacional de Narrativa Breve Ribera del Duero. El jurado, del que formaron parte los escritores Pilar Adón, Jon Bilbao, Guadalupe Nettel, Andrés Neuman y que estuvo presidido por Rodrigo Fresán, valoró en Siete casas vacías la precisión de su estilo, la indagación en la rareza y el perverso costumbrismo que habita sus envolventes y deslumbrantes relatos.

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    Resenhas (4)Ver mais
    Denise Maria Souza João picture
    Denise Maria Souza João19/10/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Tem coisas que Samanta Schweblin faz muito bem: 1. escrever; 2. provocar tensão e estranhamento; 3. nos fazer pensar. Porém, mesmo usando destas três qualidades, a conclusão de algumas de suas histórias, neste livro - como li numa resenha e amei, por isso reproduzo aqui - é descafeinada. Termina e você fica: “hã”? Sou fã de Samanta Schweblin. Amei Distância de Resgate e Pássaros na Boca. Gostei de Kentukis com algumas ressalvas. Mas aqui, de sete histórias, gostei verdadeiramente de três: Nada de todo esto, La respiración cavernaria e Un hombre sin suerte. Estes tiveram o melhor de Schweblin. Os outros quatro foram muito apáticos, em alguns casos eu simplesmente não entendi a proposta. Falha minha? Talvez. O curioso é que o talento da autora em provocar teorias sobre as suas histórias, em fazer com que o leitor tente resolver os enigmas, serve pro bem e pro mal. Em Distância de Resgate, por exemplo, as discussões sobre o que poderia ter acontecido são frutíferas e levam a várias interpretações. Interpretações estas que podem mudar ao confrontar outras ideias que agreguem perspectivas não antes pensadas. Aqui, porém, em certas histórias, fica parecendo que você não leu as entrelinhas, mas você esmaga o cérebro e não encontra nada. E talvez não tenha mesmo. É triste porque sim, fui com altas expectativas e o resultado foi mediano. Mas tendo lido narrativas tão boas de Samanta, continuo fã. Só não vale abusar. TODOS OS CONTOS DESTE LIVRO: Nada de todo esto Mis padres y mis hijos Pasa siempre en esta casa La respiración cavernaria Cuarenta centímetros cuadrados Un hombre sin suerte Salir

    13 curtidas

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    4 / 22
    • 5 estrelas36%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas0%
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    Samanta Schweblin

    Samanta Schweblin nasceu em Buenos Aires, em 1978. Formou-se em cinema pela Universidad de Buenos Aires. Em 2001, ganhou os prêmios Fondo Nacional de las Artes e Haroldo Conti, ambos na Argentina, por seu primeiro livro, "El Núcleo del Disturbio". Em 2008, foi a vez de "Pássaros na Boca" ser agraciado com o prêmio Casa de las Américas. Seus contos, traduzidos para o alemão, inglês, holandês, húngaro, italiano, francês, sueco e sérvio, apareceram em diversas publicações e antologias. Em 2010, Samanta foi apontada pela revista literária Granta como uma revelação entre os melhores escritores jovens de língua espanhola.

    22 Livros
    38 Seguidores

    Samanta Schweblin