Este livro é uma grande viagem no tempo. Foi escrito no conceito maniqueísta de um deus único bipolar, senhor do bem e do mal e os homens com o livre arbítrio de escolher em Deus, o bem e/ou o mal e viver conforme sua escolha. Ademais, é uma viagem ao período do obscurantismo do século XVII. Com seus hábitos e costumes, totens, tabus e tradições dos brancos, negros e índios. A Igreja Romana, com seu poder temporal de forma draconiana sobre os homens, impondo seus dogmas, seus tabus ao arrepio da confissão mediante tortura, da forca e da fogueira da “Santa Inquisição”. Um período de feudalismo selvagem, uma política produtiva escravocrata de grandes plantações. E a escravidão aceita e estimulada pela igreja, com a finalidade de “converter” os infiéis ao cristianismo. Os escravos, mesmo posteriormente convertidos, eram mantidos ao cativeiro por serem descendentes de Cam, segundo a Igreja. O açúcar era o produto duma grande e diabólica alquimia, com os seguintes elementos: muitos negros, muitos suores, muitas lágrimas, muitas dores atrozes, muitas mortes e muita cana de açúcar. A leitura é um mergulho na história brasileira no período do Jugo Holandês, no nordeste brasileiro e suas repercussões no Brasil, na Europa e no Mundo. Ao adquirir este livro: Uma boa viagem!
As cartas que Maurício de Nassau nunca recebeu -
Marcos Antônio da Silva Pinto
Fragmentos
2016
258 páginas
8h 36m
ISBN-13: 9788555072550
Português Brasileiro
Edições (1)
Ver maisResenhas (1)Ver mais
Estatísticas
Avaliações
5 / 3- 5 estrelas100%
- 4 estrelas0%
- 3 estrelas0%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%

