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    As Melhores Coisas da Vida - Um Sócrates moderno lança seu olhar sobre o poder, o prazer, a verdade e a boa vida

    Peter Kreeft

    Ecclesiae
    2016
    244 páginas
    8h 8m
    ISBN-10: 8584910301
    Português Brasileiro
    4
    19 avaliações
    Leram24Lendo2Querem42Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos2Desejados42Avaliaram19

    Este volume reúne os diálogos do protagonista preferido de Peter Kreeft, Sócrates, com alunos da Universidade do Estado de Desespero, Peter Pragma e Felicia Flake. Dentre os temas abordados, estão as questões da educação, da tecnologia, das ideologias políticas e, porque não?, do sexo-drogas-e-rock n’roll.

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    Pedro Henrique Cipoli02/07/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Sócrates com uma "agenda"

    O livro aborda questões importantes, hora criticando as "filosofias Nova Era" com o Psico Pop, hora fazendo observações importantes sobre nossa cultura, em especial desfazendo o mito de "o que é novo é sempre melhor". Outros temas são trabalhados de maneira superficial, caso do comunismo e liberalismo, com os personagens Karl e Adam. Infelizmente, porém, não sei se recomendo o livro. A premissa é que Sócrates "voltou" depois de milhares de anos e anda pela Universidade do Estado de Desespero oferecendo conselhos para estudantes. O primeiro é Peter Pragma, que não sabe que carreira seguir, e depois Felicia Flake, com diálogos sobre sexo, música e ideologias. A ideia era usar o famoso método Socrático para ajudar ambos a alcançar a summum bonum (o Bem Maior), só que Sócrates aqui é um Sócrates com uma "agenda". Um "Sócrates cristão", o que não seria um problema se isso estivesse explicitado desde o início, ainda que seja algo fácil de depreender considerando que o autor é Peter Kreeft. Isso é algo que está no próprio livro, como na página 230, onde Felícia infere que Sócrates acredita em Deus e este não nega, reforçando este ponto na página 233. Algo curioso, se considerarmos que Dante colocou Sócrates no primeiro círculo do Inferno, o Limbo. Isso torna algumas partes enfadonhas, como a conclusão de que Rock é "música do capeta", e frequentemente Sócrates leva a linha de argumentação para o lado religioso. No final do livro, coincidentemente, tanto Peter quanto Felícia terminam juntos e passam a estudar religião. Ou seja, não é um "Sócrates puro", não sendo apenas filosofia, como o livro se propõe a ser, ainda que trabalhe alguns temas de forma interessante.

    2 curtidas

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    4 / 19
    • 5 estrelas32%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas5%
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    Peter Kreeft

    Dr. Peter J. Kreeft é professor de filosofia no Boston College e no King's College (Empire State Building), em Nova York. É autor de 64 livros. Suas influências são Tomás de Aquino, Sócrates, Chesterton e Lewis. Ex-calvinista, sempre via a Igreja Católica "com a máxima desconfiança." No entanto, um momento decisivo em sua conversão, foi o momento em que foi convidado por um professor calvinista a investigar a reivindicação da Igreja Católica de ser a Igreja primitiva. Nesta pesquisa, ele por conta própria, descobriu a veracidade desta questão e pode identificar os elementos Católicos da Igreja Primitiva, como a centralidade da Eucaristia, a presença real de Cristo na Eucaristia, as orações aos santos, a devoção a Maria, a unidade visível, a sucessão apostólica dos Papas. Também pesou em sua conversão ver que claramente Santo Agostinho e São Jerônimo, Padres da Igreja, eram católicos e nada tinham de protestantes.

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    Peter Kreeft