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    A Tortura Como Arma de Guerra - Da Argélia ao Brasil: como militares franceses exportaram os esquadrões da morte e o terrorismo de Estado

    Leneide Duarte-Plon

    Civilização Brasileira
    2016
    294 páginas
    9h 48m
    ISBN-13: 9788520013021
    Português Brasileiro
    4.4
    25 avaliações
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    Este é o primeiro livro publicado no país sobre a influência da “doutrina militar francesa” nas ditaduras do Brasil e de outros países latino-americanos. A partir de entrevistas exclusivas com o general Paul Aussaresses, relatórios secretos franceses e pesquisa bibliográfica extensa, a jornalista Leneide Duarte-Plon revela como foram aplicados no Cone Sul os métodos – entre eles tortura e execução sumária – da doutrina francesa de combate à “subversão” e ao “comunismo”. O livro apresenta também entrevistas com dois personagens emblemáticos da Guerra da Argélia, Henri Alleg e Josette Audin, além do relato inédito de Cecília Viveiros de Castro, personagem-chave para a elucidação da morte do deputado Rubens Paiva.

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    Blog Na Literatura Selvagem18/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Da Argélia ao Brasil - A tortura como arma de Guerra

    Leneide Duarte-Plon é uma jornalista brasileira que vive em Paris e escreveu A tortura como Arma de Guerra pela Editora Civilização Brasileira. Essa obra é um verdadeiro objeto de estudos sobre omo os franceses exportaram o terrorismo de Estado para outros países, principalmente para as nações latino-americanas que entre os anos 1960 e 1980 instauraram os horrores da Ditadura com métodos de tortura para suas vítimas... Há uma entrevista com um dos nomes mais polêmicos das forças armadas francesas: Paul Aussaresses, responsável pela tortura e morte de vários presos políticos na guerra da Argélia, bem como por treinar o Esquadrão da Morte. Declaradamente de Direita, também se proclamava anti-comunista e pró-americano, Aussaresses afirmou que "a tortura se justifica quando pode evitar a morte de inocentes." Mas em sua mente doentia, os torturados faziam parte da classe trabalhadora, estudantil e independentista. Aussaresses publicou o livro Je n'ai pas tout dit em 2008, alguns anos antes de sua morte em que revela a maioria de suas táticas de treinamento e acontecimentos durante seu período como militar, inclusive de sua estada no Brasil como adido, onde fez palestras na Escola Nacional de Informação e foi professor no Centro de Instrução de Guerra na Selva em Manaus. leia mais em

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