conta-se que a muitas era, ao noroeste do continente oriental, habitava um misterioso e belicoso povo, conhecido pelo nome de Sékios. O império, entretanto, enfraqueceu-se, dividiu-se e desapareceu. Seus castelos tornaram-se ruínas, suas cidades foram destruídas éla natureza. Sua glória e seus feitos, sua sociedade e seus costumes, sua arte e cultura foram para o exílio de empoeirados livros em negligenciadas bibliotecas. um homem havia, então, para quem a civilização Sékia era uma obcessão. Lorde Kilan de Algaren, de nobre linhagem, acompanhado por sua caravana de leais servos. Eis que uma reluzente safira [e encontrada por um anão, durante a escavação. seu tamanho e seu ofuscante brilho aquece as ambições e a discórdia entre os membros da expedição. uma saga sinicia-se então, movida pelo intoxicado desejo de poder. na terra dos Sékios, na cidade de Algaran, nos campos de Pernod e Herigaar, a tempestade e a tormenta se seguem. mas que segredos possuía a safira, afinal? qual o destino reservado para aqueles que a desejassem ou simplesmente se aproximassem?
