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    Pot Luck (Rougon-Macquart #10) -

    Émile Zola

    Oxford World's Classics
    2009
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9780199538706
    5
    1 avaliação
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    The tenth novel in the Rougon-Macquart series by Émile Zola, "Pot Luck (Pot-Bouille)" was first published in serially format in the periodical "Le Gaulois" between January and April 1882. The title of the work, Pot-Bouille, is a 19th-century French slang term for a large cooking pot used for preparing stews. It is a term that really has not direct translation in English. The title of the novel which recounts the activities of the residents of a block of flats in the Rue de Choiseul over the course of two years is meant to reflect the greed, ambition and depravity which lie beneath a thin veil of upstanding moral character. The residents of this block of flats are comprised of principally five families: The Campardons, The Duveyriers, The Josserands, The Vabres, and The Pichons. New resident 22-year-old Octave Mouret who has taken a salesman's job at a nearby shop, moves into the building and causes a stir as he pursues the married women of the community.

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    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto20/07/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Décimo romance na série Les Rougon-Macquart e um dos três melhores dos vinte totais. Octave Mouret, chega a Paris e instala-se num edifício burguês recentemente construido. Ele está procurando uma amante que o ajude a ascender socialmente. Aos poucos, ele conhece a maioria dos habitantes que, sob o disfarce de bons costumes, mantêm relações fora do casamento, casam-se por dinheiro, se separam por heranças e abandonam os filhos. É a esta "cozinha" (pot-boil, linguagem coloquial), tão desagradável como um caldo medíocre, que o título se refere. Ironicamente, Zola mostra de fato os bastidores de um grande edifício parisiense onde, por trás de uma fachada luxuosa, o comportamento é vil.

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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