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    Doctor Pascal (Rougon-Macquart #20) -

    Émile Zola

    CreateSpace Independent Publishing Platform
    2016
    222 páginas
    7h 24m
    ISBN-13: 9781534796423
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    Pascal, a physician in Plassans for 30 years, has spent his life cataloging and chronicling the lives of his family based on his theories of heredity. Pascal believes that everyone's physical and mental health and development can be classified based on the interplay between innateness (reproduction of characteristics based in difference) and heredity (reproduction based in similarity). Using his own family as a case study, Pascal classifies the 30 descendants of his grandmother Adelaide Fouque (Tante Dide) based on this model. Pascal has developed a serum he hopes will cure hereditary and nervous diseases (including consumption) and improve if not prolong life. His niece Clotilde sees Pascal's work as denying the omnipotence of God and as a prideful attempt to comprehend the unknowable. She encourages him to destroy his work, but he refuses. (Like other members of the family, Pascal is somewhat obsessive in the pursuit of his passion.) Pascal's explains his goal as a scientist as laying the groundwork for happiness and peace by seeking and uncovering the truth, which he believes lies in the science of heredity. After he shows her the Rougon-Macquart family tree and demonstrates his refusal to sugarcoat the family's acts, Clotilde begins to agree with him. Her love for him solidifies her faith in his theories and his lifelong work.

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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