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    The Fat and the Thin (Rougon-Macquart #3) -

    Émile Zola

    CreateSpace Independent Publishing Platform
    2015
    132 páginas
    4h 24m
    ISBN-13: 9781517379285
    4.7
    3 avaliações
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    The Fat and the Thin is a study of the teeming life which surrounds the great central markets of Paris. The heroine is Lisa Quenu, a daughter of Antoine Macquart (see The Fortune of the Rougons). She has become prosperous, and with prosperity her selfishness has increased. Her brother-in-law Florent had escaped from penal servitude in Cayenne and lived for a short time in her house, but she became tired of his presence and ultimately denounced him to the police. The book contains vivid pictures of the markets, bursting with the food of a great city, and of the vast population which lives by handling and distributing it. "But it also embraces a powerful allegory," writes Mr. E. A. Vizetelly in his preface to the English translation, "the prose song of the eternal battle between the lean of this world and the fat – a battle in which, as the author shows, the latter always come off successful. M. Zola had a distinct social aim in writing this book." (J. G. Patterson)

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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