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    A Tragicomédia Acadêmica - Contos Imediatos de Terceiro Grau

    Yuri Vieira

    Vide Editorial
    2016
    236 páginas
    7h 52m
    ISBN-13: 9788567394954
    Português Brasileiro
    4.2
    25 avaliações
    Leram38Lendo2Querem36Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos3Desejados36Avaliaram25

    A Tragicomédia é o livro de estréia do escritor paulistano Yuri Vieira. Trata-se de uma reunião de contos ambientados no mundo universitário brasileiro, povoados por tipos e conflitos familiares àqueles que já se aventuraram a passar alguns anos em alguma faculdade do país (especialmente nas públicas). Yuri Vieira recorre ao humor, ao fantástico, ao nonsense e à paródia para abordar situações reais vividas nesse meio, e o faz de tal modo que consegue articular as experiências dos universitários brasileiros de hoje com figuras, mitos e passagens marcantes da cultura ocidental – pop e erudita.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Alexandre Podgurski picture
    Alexandre Podgurski30/10/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Por mim poderia se chamar: Historia da Universidade Brasileira (Com alucinógenos)

    Só quem já foi acadêmico pelo menos por um período, ou dois, ou trancou e desistiu (como eu) sabe do que se trata esse livro haha. Contos engraçados, e do tipo que te grudam até o fim. Eu que morei em uma pensão daquelas que se divide os banheiros e cozinha, e GELADEIRA! Estilo prisão americana (só que mais feia) me identifiquei muito. Boa leitura, um escritor que sabe exprimir a experiencia de uma geração que não tem muitos representantes literários. Recomendo.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 25
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
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    Yuri Vieira

    Sou um escritor e cineasta paulistano radicado em Goiânia. (Pois é, sô...) Passei a infância e a adolescência entre São Paulo, Rio de Janeiro e a fazenda da minha avó materna em Goiás. Morei em Latacunga, no Equador, onde me tornei andinista, tendo escalado, entre outros, os vulcões ativos Guagua Pichincha (4800m), Tungurahua (5060m) e Cotopaxi (5890m). Foi nesse país que publiquei, em espanhol, no jornal El Día, meus primeiros contos e artigos. Entre 1992 e 1997, estudei na Universidade de Brasília — onde, entre outras coisas, cursei cinema com Nelson Pereira dos Santos e teoria e crítica literária com Flávio Kothe — e, após residir durante dois anos com a escritora Hilda Hilst (de quem fui secretário e webmaster), trabalho hoje como cronista, roteirista e diretor de audiovisual. Publiquei meu primeiro livro A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau em 1998, o qual recebeu elogios de Bruno Tolentino, Millôr Fernandes, Lygia Fagundes Telles, Olavo de Carvalho e Ryoki Inoue. A esse livro, seguiram-se outros quatro (ver abaixo). Atualmente, tenho contratos com a Vide Editorial e com a Editora Record. Em Abril de 2007, dirigi Espelho, meu primeiro curta-metragem de ficção, o qual recebeu o prêmio de Melhor Direção no III FestCine Goiânia e — além de ter sido selecionado pelos festivais Cineme-se 2008 (Santos-SP) e VII Goiânia Mostra Curtas — foi também convidado pela mostra No Siesta: Fiesta! (Tromsø, Noruega, 2009) e pela mostra Verão Cinema e Outras Coisas (Costa da Caparica, Portugal, 2009). (Segundo o curador de um festival mineiro, meu curta-metragem foi rejeitado por outros festivais autóctones porque, a certa altura, o protagonista diz: "Aposto que esse filme foi feito com dinheiro público: é por isso que este país não vai pra frente!".) A peça que escrevi a quatro mãos com a diretora Miriam Virna — Admirável e Só para Selvagens (uma adaptação do livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley) — foi selecionada pelo Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília (2009) e, em 2011, esteve em cartaz no SESC Copacabana e no Teatro Municipal do Jockey, no Rio de Janeiro. Em 2008, participei como debatedor do Encontros de Literatura Contemporânea, em São Paulo, organizado por Julio Daio Borges e pela Casa Mário de Andrade. Em 2015, nos Estados Unidos, participei como debatedor do II Encontro de Escritores Brasileiros na Virginia, organizado pelo filósofo Olavo de Carvalho. Sou ainda colaborador bissexto dos sites Mídia Sem Máscara e Digestivo Cultural. (Em anos pregressos, fui colunista do Caderno Pop do jornal O Popular e cronista das revistas da Editora Price.) Também ministro cursos de roteiro e direção de curtas-metragens. (Sobre minhas experiências como auxiliar de escritório, militante ambientalista, mochileiro, "espeleólogo", vendedor de porta em porta, raver, assistente de produção e sócio de estúdio fotográfico, falarei oportunamente... em minha ficção.)

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    São Paulo, Brasil

    Yuri Vieira