Paz interior para mulheres muito ocupadas - Equilíbre-se no malabarismo família/trabalho/vida pessoal

    Joan Borysenko, Ph.D.

    Nova Era
    2007
    252 páginas
    8h 24m
    ISBN-13: 9788577010660
    Português Brasileiro

    UM LIVRO PARA A MULHER-MARAVILHA DOS TEMPOS MODERNOS OBTER O TÃO DESEJADO EQUILÍBRIO FAMÍLIA/TRABALHO/VIDA PESSOAL Paz interior para mulhres muito ocupadas o ferece um saboroso baquete de sabedoria, um novo estímulo á integridade, e uma dose saudável de dicas práticas para trazer o equilíbrio para a vida. Joan Borysenko escreveu um livro maravilhoso para as mulheres terem uma vida agradável. (Daniel Goleman, autor de Inteligência emocional) Um mundo novo de possibilidades se abriu para as mulheres. Já há algum tempo, elas não precisam se limitar a ser uma prenda do lar. Podem ter acesso á carreira escolhida ao mesmo tempo em que são esposas e mães sem deixar de lado a vida pessoal. O problema agora é: como manter todas essas atividades sem correr o risco de perder o qeuilíbrio? Se você vive beirando o esgotamento físico e mental, tem crises constantes de enxaqueca e surtos de humor e já sentiu um desejo repentino de fazer as malas e abandonar tudo, este livro é a sua leitura mais indicada. Dra, JAON BORYSENKO, especialista em administração de estrese, compreende muito bem o que você está sentindo e vai lhe fazer não apenas rir, mas se emocionar e delimitar melhor suas atividades. A partir das experiências femininas apresentadas aqui você vai perceber que não é o excesso de tarefas que nos desequilibra e cria desarmonia, mas os pensamentos; vai parar de resistir á própria vida, fazer as pazes com o passado e aprender a dizer não sem se sentir culpada. E, sobretudo, vai permanecer em paz mesmo quando as circunstâncias nã incluem a felicidade como opção. Leia e recupere o poder que julgava perdido.

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    Fran Ferreira22/04/2021Resenhou um livro
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    Este foi um livro feito com intuito de poder auxiliar algumas mulheres a como deixar menos "pesada" a carga diária das mulheres que trabalham fora, cuidam da casa, filhos e marido e delas mesmas (ou não). Escrito por uma mulher que se divorciou depois de 25 anos de casada, medica palestrante e pesquisadora. Dividido em 5 partes, a autora conta a sua própria história ou de conhecidas ou de mulheres que assistiram suas palestras. Para a época em que foi escrito e para os anos anteriores que ela se referia, acredito que ele tenha sido de grande ajuda, afinal de contas, em 2003/2007 aqui, eu pelo menos, não me lembro de assuntos que ajudavam as mulheres a dar conta de tudo sem se esgotarem, cansarem principalmente ao ponto de se divorciarem mediante o que as famílias ou vizinhos iriam pensar dessa mulher. Eu li sem muita expectativa e isso ajudou, tem algumas dicas legais, mas que sei que hoje essas dicas já evoluíam/adaptaram de uma forma melhor ao nosso cotidiano. Ele é bem pessoal ao mesmo tempo que me parecia ser fruto de uma pesquisa (faz sentido, já que ela fez pesquisas). Teve momentos que via a diferença de épocas (não pela autora), mas a forma que o mundo se desenvolveu, existem coisas diferente e outras não, principalmente a diferença de salários das mulheres, o crescimento baixo delas no mercado de trabalho. Poderia ser bem melhor, a continuação de cuidar de várias coisas ao mesmo tempo sem ajuda (não por escolha nossa), tem coisas que tenho a sensação de terem piorado isso sim, mas não ao ponto de desistir de tentar, uma hora muda. Como toda mulher sim, a autora passou por situações que ela teve que escolher "engolir o sapo"/escolher com sabedoria qual a briga ela ia comprar, isso me lembrou minha psicóloga falando e acho de grande valia para as pessoas em geral. Eu confesso que eu me emocionei com um capítulo, ela passou por uma perda como eu e foi a primeira vez depois do acorrido aqui em quase 3 meses, que algo que alguém falou ou escreveu, fez sentido, e de certa forma sem saber, ela me entendia. Foi uma leitura rápida, a diagramação e divisão do livro ajudam nisso, ela não é muito de repetir as coisas só para aumentar o tamanho do livro, mas também foi uma leitura meio cansativa de fazer, eu acabei me perdendo na leitura e pequenas partes precisei reler, não sei explicar o motivo mas foi (talvez seja por eu já conhecer algumas mudanças e como não fazem mais sentido pra nós, eu tenha achado chato/cansativo). Marquei uns quotes interessantes de falas ou pesquisas que quero fazer para entender melhor o que ela disse ali ou só porque fiquei curiosa com a fonte dela. Pra mim foi uma leitura média, acho válida pra quem quiser saber a forma que uma mulher americana lidou com essa diferença ao longo dos anos, sobre seus arrependimentos e acertos, o que mudaria se fosse possível para o modo como vivemos aqui, até que seria interessante, se utilizar suas fontes ainda válidas para pesquisa (cerca de 90% está em inglês), até que pode gostar. ______________________________ Quotes e trechos que Gostei: - Carta pessoal: "Têm idade suficiente para saber que algumas escolhas são difíceis, embora corretas." pág. 28 - "O mundo é um fluxo contínuo em um cenário suave e doloroso de se tornar novo." pág. 28 - Dicas para seguir em frente nas situações consigo mesma: " 1 - Mantenha a sua ligação com o lado espiritual; 2 - siga a sua orientação interior e, 3 - permaneça gentil consigo mesma, ainda que tenha feito bobagens." (Kathlenn Gilgannon) pág. 36 - "As mulheres querem coexistir em locais de trabalho que façam mais do que somente tolerá-las, e esperamos ter um casamento em que haja um companheirismo verdadeiro. Queremos ser apreciadas de modo que nos permitam vivenciar os nossos pontos fortes e a nossa inteligência como partes de um todo maior. A maneira intuitiva e de relacionamento das mulheres de conhecer e de trabalhar, embora diferente da maioria dos homens, pode ser um complemento maravilhoso. Na arena da família queremos fazer escolhas sem estigmas. Se escolhemos permanecer solteiras, ou viver com uma pessoa do mesmo sexo ou ter um relacionamento heterossexual, merecemos ser respeitadas. Queremos também ser respeitadas como mães solteiras e ter a oportunidade de trabalhar em empregos com horário flexível que nos auxiliem a manter nosso estilo de vida." pág. 43 - "Uma nção está perdida quando os corações das mulheres estiverem partidos, não importam as armas que possuem ou se os guerreiros são forte. (Antigo provérbio Cheyenne) pág. 50 - "Hierarquias das Necessidades: se você está ocupada com a sobrevivência básica, como alimento e abrigo, as necessidades de ordem superior, como o equilíbrio, são muito menos prementes. Provavelmente nem aparecem na tela do seu radar. Realize o seu chamado mais profundo como ser humano, faça a sua doação ao mundo e a realização do seu potencial psicológico e espiritual virá após você ter pago as contas para manter um telhado sobre a sua família e alimentado seus estômagos." (Abraham Maslow) pág. 57 - ""Se você parar por alguns minutos para afiar o seu machado", diz o madeireiro, " o seu trabalho renderá bem mais e você trabalhará com mais facilidade, amigo." Não posso' respondeu o trabalhador, "não tenho tempo pra isso."" pág. 60/61 (ou seja, se você parar pelo 10 minutos para cuidar d seu espírito, a sua paz interior aumenta e o seu machado continuará afiado independentemente de todas a sua atividades, você conseguirá encontrar a solução mais adequada para os acontecimentos). - "As práticas espirituais visam trazer você para a experiência do Agora - o seu ser centrado em si mesmo. Se a sua prática espiritual é começar o dia caminhando na natureza, orar, meditar, fazer ioga, qui-gong ou uma leitura que lhe inspire, fazer disso a sua prioridade a ajudará a permanecer equilibrada e relaxada independentemente de como seja o restante do dia." pág.63 - "Pegue leve. Não leve tudo a sério. Pega leve. Confie no mistério. Pega leve. Não importa. Aproveite a vida e simplifique o seu caminho". (Karen Drucher) pág. 64 - "Uma das melhores coisas em amadurecer é que fica mais fácil dizer sim para si própria. Você começa a perceber que a energia é preciosa, o tempo limitado e você não conseguirá agradar a todos de forma alguma. Você para de doar sague indiscriminadamente e segue um esquema (exceto, naturalmente, nas emergências)". pág. 74 - ""Faça tudo para todos, mesmo assim você não se sentirá bem consigo mesma". (Loretta LaRoche). Se você não se respeitar, ninguém mais o fará, e você continuará aumentando a sua ferida original cada vez mais." pág. 75 - "Nós nos sentimos amados quando recebemos atenção, aceitação apreciação e afeto e quando nos é permitido ter a liberdade para viver de acordo com as nossas necessidades e desejos mais profundos." (David Richo - livro How to be an Adult in Relationships: The Fice Keys of Mindful Loving) pág. 122 - "Existe um número infinito de maneiras de esvaziar e soltar o antigo. Alguns são diretos e metafóricos. Porém, mesmo quando o esvaziar é metafórico, ele limpa a energia que está agarrada, abrindo novos acessos de pensamento e ação." pág. 156 (Historinha sobre o professor que procurou um monge budista para receber ensinamentos, o monge começou a colocar chá na xícara para o professor e quando a bebida a derramar, o professor porque ele estava fazendo quilo e o monge disse que a xícara era a mente do professor e enquanto ele não a esvaziasse, nada seria aprendido). - "Um casamento sem filhos é somente um compromisso." (Pesquisadora Judith Wallerstein) pág. 216 (a ideia de ser mãe não é fixa, mas achei interessante a forma como ela falou, mas pra mim se não tiver filhos, continua sendo família) - "Mas quando temos a soberania sobre nós mesmas, estamos livres para seguir a orientação interior e criar uma vida que rompe com o padrão - mesmo que isso signifique que não vivamos o que as outras pessoas podem esperar como fim de um conto de fadas." (Historinha contada sobre Dama Ragnell, servo Sir Gawain, rei Arthur e Sir Gomer Somer) pág. 235 OBS: SPOILER Capítulo 9 - Mães e Filhas: Perdão e Misericórdia, este capítulo foi onde eu me emocionei com o falecimento da mãe da autora.

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