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    Psicologia Existencial -

    Carl Rogers

    Editora Globo
    1980
    134 páginas
    4h 28m
    ISBN-1: o
    Português Brasileiro
    3.9
    33 avaliações
    Leram72Lendo7Querem99Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos1Desejados99Avaliaram33

    Iniciativa do psicanalista Rollo May, este livro contém artigos de psicólogos sobre a abordagem existencialista na psicologia.

    Resenhas (3)Ver mais
    Rafael Moreno picture
    Rafael Moreno03/09/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Bom

    Um livro interessante pra saber mais sobre o que falam da Psicologia Fenomenológica-Existencial. Não é exatamente um manual da abordagem, até porque não é exatamente uma abordagem, mas dá pra ter uma boa noção de como é feito o trabalho em clínica. O livro é bem esclarecedor, e conta com trechos de gente muito importante dentro da abordagem e da Psicologia em geral. Quero ler mais.

    1 curtida

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    3.9 / 33
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas39%
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    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas3%
    Carl Ranson Rogers profile picture

    Carl Ranson Rogers

    Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]

    21 Livros
    50 Seguidores
    Illinois, Estados Unidos

    Carl Ranson Rogers