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    O Crime do Padre Amaro -

    Eça de Queiroz

    Centaur
    2013
    446 páginas
    14h 52m
    ISBN-10: B00DSCQFXI
    Português
    4.1
    50 avaliações
    Leram73Lendo8Querem57Relendo0Abandonos4Resenhas13
    Favoritos0Desejados57Avaliaram50

    Relata a história de Amaro, um jovem padre que entrara para a vida eclesiástica graças à imposição de uma nobre beata que o tinha sob sua guarda. Sem vocação nenhuma, o jovem padre aceita o seu destino passivamente, abraçando a sua profissão sem entusiasmo. Quando é enviado para Leiria conhece Amélia, que lhe desperta a paixão e a luxúria, levando-o a trair os votos de castidade proferidos na sua ordenação.

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    Resenhas (13)Ver mais
    Maria Rosália Melo Abreu picture
    Maria Rosália Melo Abreu19/01/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eça de Queiroz

    Um clássico da literatura. Leitura intrigante que nos leva a questionar muita coisa. Recomendo

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 50
    • 5 estrelas26%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    José Maria de Eça de Queiroz