Heitor é um peão pegador, machão , mas nada machista, com muitos valores morais, contra preconceitos, discriminações, homens machistas, violentos, tem o coração bom e generoso e quebrantado por ser apaixonado por uma tal Lírio, filha dos donos da fazenda onde ele cresceu e seus pais vivem trabalhando até hoje. Ela não aparece em momento algum do livro, tá viajando com o noivo, amigo deles de infancia; ele , Heitor, passa esse período de afastamento concluindo sua faculdade e pegando várias mulheres que cruzam seu caminho, não todas, mas aquelas que despertam seu interesse e que não estão fora de seus limites morais.
É um livro erótico, não vi romance nele, tem mena geladeira, , chicotadas, cordas, palavrões, muitos trechos de musicas de sofrencia ( dispensáveis), diálogos piegas e vulgares, personagens estereotipados ( a carioca funkeira, que vai curtir o Carnaval sem calcinha, afff. ..), mas também personagens surreais , como a melhor amiga desde sempre de Heitor, Lurdinha, mulher espevitada , sensual com comportamento vulgar, do tipo que dança seminua no Carnaval chamando a atenção de todos, e trabalha como professora de educação infantil nessa mesma cidadezinhá. Não dá, né, só nesse livro mesmo...
Ah, e tem mulher que mal o conhece, o leva pra casa, deixa que ele ponha o filho dela pra dormir e ,,,, enfim, não dá.
Esse livro é um prequel, não entendi bem se veio antes ou depois do livro principal do casal, mas não tenho a intenção de ler mesmo, então, xápralá. ..
É mais um livro que li com pressa de terminar, mas até que a leitura é fluida, letras grandes, mas aquelas leitura superficial que nao envolve, nao conquista, não emociona, só quis terminar logo de ler e partir pro próximo, tomara que eu tenha mais sorte, se bem que, pela sinopse dele, já não era pra eu esperar muita coisa mesmo, mas resolvi arriscar e tal o resultado...