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    Iguaria (Contos isolados) - Um conto de humor negro e iguarias muito peculiares

    João Dias Martins

    Edição de Autor
    2016
    20 páginas
    40m
    ISBN-13: 9781311349989
    Português
    3.2
    13 avaliações
    Leram17Lendo0Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas6
    Favoritos0Desejados7Avaliaram13

    Durante uma viagem do Alentejo ao Porto há muita coisa que pode correr mal. Sobretudo quando o almoço é bem condimentado e regado. Felizmente, existe um sem número de restaurantes à beira da estrada, onde um casal como Artur e Vanda podem ir para resolver situações delicadas. É o caso do Comezainas, o melhor restaurante da zona (ainda que seja o único). Ideal para almoços de grupo, bons preços, boa comida. A especialidade da casa são os croquetes. Mas não peça a receita. Há segredos que é melhor não saber...

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    Resenhas (6)Ver mais
    Jonathan Romario Roman picture
    Jonathan Romario Roman21/09/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Apetitoso

    Ao sair para viajar, um casal para em um restaurante para que a mulher vá ao banheiro. Contudo, ela demora para voltar, mas a verdade é perturbadora.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.2 / 13
    • 5 estrelas8%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas23%
    • 1 estrelas0%
    João Dias Martins profile picture

    João Dias Martins

    Nunca fui uma criança que sonhasse em ser algo quando fosse grande. Por um lado, porque não sabia mesmo o que queria ser; por outro, porque raras vezes tive tempo de ser uma criança. O ambiente familiar disfuncional e a morte prematura dos meus pais obrigaram-me a ser um adulto, quando ainda mal era um adolescente. Este início de vida duro moldou-me e, assim creio, foi o responsável pela minha aproximação ao universo da ficção. Precisava de fugir da realidade e foi nos livros que encontrei o abrigo de que tanto necessitava. Não o pensei de forma consciente, porém estou certo de que pensamentos semelhantes a estes polvilharam o meu cérebro quando decidi cortar com as minhas raízes e partir à aventura para Lisboa. O primeiro contacto foi quase um choque. Não só era uma cidade estranha, era também uma cidade única. E continua ser. Gosto muito do sítio onde nasci, mas sou incapaz de voltar. Demasiadas más memórias. Em Lisboa pude recomeçar. E fi-lo, mergulhando de novo na ficção; desta feita, não somente como leitor, mas como autor. Ao fim de quase um ano de trabalho, consegui escrever o meu primeiro romance: Morte Inesperada, uma história tensa e violenta, com bastante acção. Publiquei-a em edição de autor e tive a sorte de um dos exemplares chegar às mãos de alguém das Edições Espiráleo que propôs republicar o livro sob a sua chancela. A parceria correu bem e um ano depois publiquei o meu segundo romance: Câmara dos Horrores. Nesta obra, decidi manter a componente de suspense presente no livro anterior, mas resolvi também explorar o campo do terror e do fantástico. O público gostou e no ano seguinte publiquei o meu terceiro trabalho: O Derradeiro Mal. Ao contrário do livro anterior, que assentava muito nas (im)possibilidades do fantástico, este foi um trabalho com os pés mais assentes na terra; por ventura, um dos trabalhos mais pessoais que escreve até à data. Um Cappuccino Vermelho, publicado em finais de 2002, é o meu último romance até à data. Por razões de ordem pessoal estive afastado da escrita por muito tempo. Cheguei a pensar que seria um afastamento temporário, mas nesse entretanto passou uma década. Pois bem, é tempo de recuperar o tempo perdido e projectos não faltam. Esperem para ler.

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    João Dias Martins