Como fazer para aumentar a sua capacidade de investimento, ampliar suas fontes de renda e controlar seus gastos com equilíbrio e sabedoria? Como seria a sua vida se você ficar rico? Neste livro, o autor desafia os leitores a irem muito além de uma simples mudança de hábitos, estimulando-os, a saber, mais sobre investimentos e a conhecer a mágica da capitalização dos juros. Depois de apresentar suas ideias sobre controle de gastos e de demonstrar o efeito devastador dos juros altos no orçamento familiar, o autor oferece aconselhamento estimulante para quem deseja evoluir na carreira profissional. E prepare-se: para vencer a Corrida do Milhão, você precisará desenvolver uma capacidade que os ricos têm de sobra: disciplina e determinação. Aprenda a pensar como os ricos e descubra o poder da sua mente no processo de construção da sua riqueza.
Você Vai Ficar Rico - Vamos combinar o prazo?
Anatole Cirello Junior
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Ver maisEsse livro só é válido para jovens, para quem tem até 30 anos (é claro que todos podem ler), pois ele fala em economias, aplicações, aumento de renda por 20 ou 30 anos. Quem tem 40, 50, 60 anos não pode aguardar tanto tempo. Também não serve para todos os profissionais. nem para trabalhadores de qualquer empresa. Ele fala muito em tentar subir, crescer, ser promovido na empresa em que trabalha. Quem trabalha em uma empresa de médio porte para baixo não tem como ser promovido, a empresa não oferece - e nem tem como - essas coisas. Um mecânico, um pintor, um motorista, um cozinheiro, etc. poderá, no máximo e com muita sorte, se tornar o chefe do setor. Com sorte, sim, porque os colegas podem ser tão bons quanto e somente um será o chefe. Ele diz que o número de milionários no Brasil vem crescendo exponencialmente. Não é o que a mídia tem mostrado, aliás, ela mostra exatamente o oposto; uma das duas informaçãoes está errada. Seria erro da mídia? A definição de milionário não me convence. Diz que milionário é quem tem ao menos um milhão sem contar a casa própria. Nesse caso, conheço muitos milionários, alguns são parentes bem próximos - pena que eu não sou e estou muito longe de ser. Esses tais parentes não são considerados nem mesmo ricos, são de classe média-alta. Cita exemplos - muito interessantes, aliás - de vários bilionários que iniciaram do zero,que são pouquíssimos, são a exceção à regra, mas não fala nada sobre os muitos - o que é caso geral - que tentaram de todas as formas conseguir algo e nada conseguiram. A maioria das coisas que autor cita é o óbio ululante, nada de novidade. Quem não sabe que para não ter dívidas não deve fazer empréstimos? Quem não sabe que se deve trabalhar? Quem não sabe que não pode gastar mais do que se ganha? Muitas pessoas não agem como deveriam, mas não por ignorância e, sim, por impulsos incontroláveis. Ele diz que é importante conhecer bem a língua portuguesa, que se o entrevistador encontrar erros de português no currículo, esse será descartado. Concordo em parte com ele, pois um mecânico, cozinheiro, porteiro não tem esse domínio. Nesse mesmo ponto, o autor se contradiz porque, embora tenha um bom português (posso afirmar isso com segurança), usa termos como: ..."os caras..." , "...que deu pau...", "...a grana...", "... há dez anos atrás", e outros; expressões inaceitáveis em um texto formal. O que ele tem bom é que valoriza e incentiva muito - inclusive com vários exemplos - o trabalho, a produção a honestidade, a seriedade, a determinação, a filantropia. Ele reprova a exploração, a mesquinhez, a avareza, a corrupção. Há também muitas curiosidades, por exemplo, eu não sabia que os donos da Ambev, agora Imbev são mais ricos que o Donald Trump. Contudo, recomendo a leitura, não existe conhecimento inútil.
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