A história começa em plena floresta amazônica, onde dois exploradores arqueólogos enfrentam sofregamente a invencível floresta, em busca de um misterioso e desconhecido templo sagrado. Quando já perdiam a esperança, encontram o fascinante monumento que relembra as construções incas e egípcias. No interior do templo a primeira coisa que encontram é uma advertência, avisando os incautos dos perigos de se despertar uma certa deusa-serpente. Claro que os cépticos senhores não dão a menor importância para o aviso, até que se deparam com uma linda espécie de fêmea: era Ophydia, A Rainha Serpente que despertara do sono milenar, pronta para dar seqüência a seu legado de sangue! Um dos arqueólogos é a primeira vítima fatal dos dentes peçonhentos da rediviva Ophydia, reduzindo o pobre coitado a cinzas. O outro arqueólogo, chamado Walter, é poupado não por misericórdia da cruel deusa, mas para que seu corpo físico seja reencarnado por Khor, o fiel servo da Rainha Serpente. Khor livra-se então de seu corpo putrefato, e habita agora o jovial corpo de Walter. Este, por sua vez, passaria a carregar o sombrio aspecto de um defunto egípcio – um corpo de múmia! Ophydia e Khor seguem para a grande metrópole, com a firme intenção de dominar os chefões do crime. Só não contavam com um detalhe: a obstinação do atormentado Walter, movido pelo ódio, em busca de vingança.
Ophidya, a Rainha-Serpente -
Eloir Carlos Nickel
Catalogador Preservação Digital HQ Lancelott Martins
2014
104 páginas
3h 28m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
Edições (1)
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