With an Introduction and Notes by Karl Ashley Smith, University of St Andrews. Illustrations by Hablot K. Browne (Phiz). Mr Dombey is a man obsessed with his firm. His son is groomed from birth to take his place within it, despite his visionary eccentricity and declining health. But Dombey also has a daughter, whose unfailing love for her father goes unreturned. 'Girls' said Mr Dombey, 'have nothing to do with Dombey and Son'. When Walter Gay, a young clerk in her father's office, rescues her from a bewildering experience in the streets of London, his unforgettable friends believe he is well on his way to receiving her hand in marriage and inheriting the company. It is to be a very different type of story. Dombey and Son moved grown men to tears (Thackeray despaired of ‘writing against such power as this’), but its rich, comic characters and their joyful explosions of language draw laughter with equally unerring magic.
Dombey and Son -
Charles Dickens
Este é meu 21º livro de Dickens, assim, li toda a obra rotineiramente publicada em edições individuais (não contando edições completas). Geralmente considerado seu primeiro trabalho maduro, publicado em 1848, após vinte meses em periódicos, o romance é sobre o Sr. Dombey, um rico comerciante cuja esposa morre ao dar à luz seu segundo filho, um filho homem há muito aguardado, pois seu pai espera que ele assuma o negócio da família. O pequeno Paul Dombey, mesmo nome do pai, é uma criança frágil, frequentemente doente. Para cuidar da saúde, seu pai o manda para a cidade litorânea de Brighton, o que lhe faz bem. Lá, recebe uma educação intensa, num internato, mas sua saúde deteriora e ele morre com apenas seis anos de idade. Mas, o sr. Dombey já tinha um outro filho, uma menina, Florence, que ele negligencia por ser mulher. Após a morte do filho mais novo a relação entre ele e a menina se deteriora. Dombey então arranja uma nova esposa, o casamento é sem amor e ele desconta em Florence, que foge de casa. Ao invés de um estudo sobre questões feministas, o livro desafia a visão vitoriana de família ao sugerir que nelas não se encontram amor e proteção, mas que podem ser destrutivas e prejudiciais, enquanto os indivíduos que podem não ter parentesco sanguíneo podem optar por formar relacionamentos amorosos e de apoio. Dombey falha em fornecer qualquer orientação amorosa real a seus filhos: ele valoriza Paul por causa de suas próprias esperanças e projeções egoístas e negligencia totalmente Florence. Acima de tudo, o romance parece ser uma intensa análise do egoísmo, já que a relação entre o sr. Dombey e seu filho, mesmo após a morte do menino, envenena o relacionamento de Dombey com outras pessoas. Em vez de criar comunidade e empatia ao perceber que outras pessoas também amam o pequeno Paul e que ele pode compartilhar esse vínculo com elas, ele fica ferozmente ressentido com qualquer pessoa que demonstre afeto por Paul. Isso é mais destrutivo em termos de seu relacionamento com Florence. O ciúme de Dombey parece estar ligado à sua fixação no lucro e no dinheiro. Em termos financeiros, os recursos são finitos e ao querer sempre mais, Dombey não percebe que emoções como o amor não funcionam da mesma maneira.
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