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    Infrarouge -

    Nancy Huston

    Actes Sud
    2010
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9782742791071
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    Artiste et reporter-photographe, Rena Greenblatt rejoint à Florence son père Simon et sa belle-mère Ingrid pour une semaine de promenades parmi les splendeurs de la Renaissance. Mais l’idylle n’est pas au rendez-vous. Naguère scientifique brillant, Simon est désormais un homme fatigué à l’élocution hésitante, et sa femme – solide nature batave – semble peu réceptive aux chefs-d’oeuvre toscans. Le couple parental traîne la patte. Et Rena, toute au regret de Paris et de son jeune amant Aziz, s’impatiente. Alors lui viennent quantité de souvenirs, fantasmes et pensées secrètes qu’elle ne peut partager qu’avec Subra, son “amie spéciale”, son double, son invisible confidente. Seule Subra sait à quels infrarouges réagit Rena : désir et déchirements de la maternité, beauté et liberté du sexe, émotion devant les corps masculins débarrassés de leurs oripeaux machistes, et que Rena adore photographier dans l’abandon de la jouissance… Des chapitres vifs et brefs mêlent présent et passé, révoltes en banlieue parisienne (on est en octobre 2005) et insurrection intime, retours du refoulé – l’enfance émerveillée et endolorie, l’adolescence saccagée – et mirages de la clairvoyance. Ainsi, Infrarouge raconte deux voyages : celui, désopilant, de vacances ratées, et celui, plus sombre et passionné, qui explore les liens et les conflits familiaux, les codes féminin et masculin, les archétypes trompeurs et les vérités inavouées.

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    Nancy Huston

    Nancy Huston nasceu em 1953 em Calgary, Canadá. Filha de um casal de pesquisadores universitários, aos seis anos foi abandonada pela mãe, experiência que deixou marcas profundas na sua vida, e, inclusive, a fez optar pela literatura. Aos quinze anos se estabeleceu nos Estados Unidos com o pai. Em 1973, feminista, chegou a Paris e se engajou nos grupos pós-68, aderindo a seus ideais marxistas. Estreou na literatura em 1979, com um livro de ensaios. Em 1981, publicou seu primeiro romance, Les Variations Goldberg, pelo qual foi indicada ao Prêmio Femina. Seguiram-se outros dez, entre os quais os de maior sucesso são Cantique des plaines (1993) – que lhe trouxe renome internacional –, Instrument des ténèbres (1996), L’Empreinte de l’Ange (1998), Dolce Agonia (2001) e Marcas de Nascença (2006). Além de diversas premiações recebidas ao longo dos anos, em 2006 foi finalista do Prêmio Goncourt e vencedora do Prêmio Femina por Marcas de Nascença. Fluente em francês e inglês, a autora escolhe a língua da escrita em função da ambientação do livro. Numa entrevista concedida à revista francesa Elle, a autora revela que os livros escritos em inglês são os que mais a tocam, provavelmente por ser sua língua materna. A autora também traduz seus próprios livros de uma língua à outra, utilizando esse processo para fazer ajustes na versão original, como em Marcas de Nascença, escrito originalmente em inglês e traduzido imediatamente para o francês pela autora. Nancy Huston foi casada com o historiador, filósofo e lingüista búlgaro Tzvetan Todorov de 1974 a 2014, com quem tem dois filhos.

    29 Livros
    4 Seguidores
    Alberta, Canadá

    Nancy Huston