Livro que se utiliza do conceito de revolução para propor-se uma mudança, não apenas do nosso exterior, mas primeiramente o nosso interior, para que a partir da interioridade possamos exteriorizar a mudança que já ocorreu primeiro em nós. E demonstrando que a melhor maneira de mudar o interior é pela via do amor. Um amor mudado e aplicado não apenas por sentimentalismo, mas sim, pela prática (o ato).
Conforme determinada ocasião, Lutero escreveu:
Vida cristã não é ser bom, mas tornar-se bom. Não é ser saudável, mas tornar-se saudável. Não é ser, mas tornar-se. Não é contemplação, mas prática. Ainda não o somos, mas tornar-nos-emos.
Estamos vivendo em um mundo onde as pessoas estão se tornando cada vez mais descartáveis. Onde os nossos relacionamentos, amizades são substituíveis facilmente. Não podemos deixar essa nova era substituir a presença e as pessoas que amamos, precisamos lutar pela reconstrução de nossos relacionamentos.
A presença, o nosso próximo, nós, eu, você, estamos precisando ser cuidados, amados.
Vamos restabelecer o que seria nossa fonte de energia, o que pode causar mais conforto para nossa humanidade.
O nosso próximo é importante.
Para Leon Tolstoi, o cristianismo não é uma doutrina abstrata (para se saber), mas uma proposta prática (para se viver).
Podemos aprender a amar novamente.
Vamos revolucionar o amor.
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”. – Nelson Mandela
Não deixe o seu amor interno se esfriar. Aqueça-o.