Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores110
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Babel. Entre a Incerteza e a Esperança -

    Zygmunt Bauman

    Zahar
    2016
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-10: 8537815845
    Português Brasileiro
    4.7
    7 avaliações
    Leram15Lendo9Querem86Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos4Desejados86Avaliaram7

    Leitura obrigatória para entender esse tempo de incertezas Nada parece estar mais em seu lugar no mundo. Estamos entre o que deixou de ser e o que ainda não é. Nenhum dos movimentos sociopolíticos que ajudaram a minar as bases do velho mundo está pronto para herdá-lo. Não surgiu nenhuma ideologia ou visão consistente que prometa dar forma a novas instituições para este novo mundo. De um lado, problemas políticos e econômicos produzidos globalmente devem ser solucionados localmente por governos que hoje não encarnam mais os antigos Estados-nação. De outro, uma hiperconectividade que pode dar, através das redes sociais, a sensação ilusória de ativismo e participação política, mas que funciona muitas vezes como mero desencargo de consciência. No meio, o tecido movediço que rege as relações incertas de nosso tempo e no qual, ainda assim, sobrevive a esperança. Bem-vindos a Babel. Sob a forma de um amplo diálogo, Zygmunt Bauman e Ezio Mauro discutem os impasses do capitalismo globalizado, os perigos do enfraquecimento da democracia e o papel da esperança que resiste ? para os dias de hoje e os que virão.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Fabíola de  Oliveira Andrade picture
    Fabíola de Oliveira Andrade29/08/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Democracia?

    Após algum tempo relativo findo esta obra. O que dizer de Babel? O próprio título já é sugestivo. O livro é em cima de um diálogo entre Zygmunt Bauman e Ezio Mauro, divido em três capítulos: - Num espaço desmaterializado - Num espaço social em transformação - Solitários interconectados . . O capítulo que mais gostei foi o terceiro, pois através do debate entre os dois passei a conhecer pontos de vista que levaram-me a profundas reflexões. Por exemplo: o slacktivismo ( pessoas que apoiam uma causa social apenas por desencargo de consciência), o terrorismo exercido através das redes, o preconceito invertido.... . Nos primeiros capítulos são debatidos os impasses do capitalismo globalizado e o enfraquecimento da "democracia" se é que ela exista neste século. Eu nunca havia pensado nisto...sempre achei que a democracia fosse real. . Para finalizar ambos nos fazem a seguinte análise: se o desafio do presente é construir o novo, Quid est veritas? . . Recomendo a todos. Que através do conhecimento possamos entender para exercer com consciência nossos passos e a cada instante vivenciar a verdadeira autoresponsabilidade. .

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.7 / 7
    • 5 estrelas71%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Zygmunt Bauman profile picture

    Zygmunt Bauman

    Foi um aclamado sociólogo polonês. Professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia até seu falecimento, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968, sendo afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra).

    62 Livros
    787 Seguidores

    Zygmunt Bauman