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    Robinson Crusoe. Quadrinhos

    Daniel Defoe

    L&PM
    2016
    64 páginas
    2h 8m
    ISBN-13: 9788525433688
    Português Brasileiro
    3.4
    16 avaliações
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    Resenhas (2)Ver mais
    Maria Luiza picture
    Maria Luiza23/01/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    clássico da literatura brasileira

    eu amei essa história 😭😭, nunca tinha lido sobre Robinson Crusoé, gostei mais que a de Dom Quixote. Me surpreendeu muito, os quadrinhos são tão bonitinhos.. ele da uma lição de vida muito significante na questão da fé, da obediência aos pais e a sempre ser grato por tudo o que eu tenho. Recomendo muito esse livro e pretendo ler outras versões.

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    Avaliações

    3.4 / 16
    • 5 estrelas6%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas6%
    Daniel Defoe profile picture

    Daniel Defoe

    Daniel Foe (1660-1731) — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe —, é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, <i>As Aventuras de Robinson Crusoe</i>, aos sessenta anos. Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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    Daniel Defoe