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    A Jangada - 800 Léguas pelo Amazonas

    Júlio Verne

    Editora Planeta
    2000
    371 páginas
    12h 22m
    ISBN-10: 8574795569
    Português Brasileiro
    3.7
    201 avaliações
    Leram373Lendo21Querem364Relendo2Abandonos22Resenhas22
    Favoritos9Desejados364Avaliaram201

    Ambientado na Amazônia, este romance foi publicado originalmente em 1881. Júlio Verne, é sabido, nunca pisou na Amazônia nem mesmo no Brasil. Sua imaginação, seus textos trabalharam, portanto, a partir de outros escritos, outras imagens. A jangada conta a história de uma viagem empreendida pela família de um próspero fazendeiro instalada em Iquitos. O objetivo confesso: ir a Belém para casar Minha, a filha, com um colega de estudos do irmão. Mas Joam Garral tem também suas razões secretas: conseguir, correndo o risco da sua efetiva execução, a revisão da sentença que o condenou injustamente à morte pelo caso de um roubo de diamante vinte e seis anos antes, enquanto ele trabalhava, sob a sua verdadeira identidade de Dacosta, nas minas imperialistas brasileiras. Com o objetivo de se deslocar, visto que o projeto era familiar, o herói não imagina outro meio senão construir uma gigantesca aldeia flutuante que se deixará levar pela correnteza do rio... Júlio Verne foi um daqueles que retocaram os antigos mitos. Daqueles que lhes acrescentaram algo novo. Sua volta ao mundo em oitenta dias, as viagens ao centro da Terra e à Lua, as vinte mil léguas submarinas, o Nautilus, a forte e secreta figura do capitão Nemo são alguns dos motivos que impulsionaram nossas fantasias inconscientes. A jangada reativa vários dos elementos desses mundos paralelos: a cidade flutuante, a ilha utópica, o criptograma, o erro judiciário, a descida de um rio... Essas recorrências são sinais de macanismos literários profundamente significantes e ancorados na inteligência do criador. – Michel Riaudel

    Edições (6)

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    Resenhas (22)Ver mais
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    Marlon Teske15/01/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Contra a corrente

    Uma péssima surpresa. Esse é sem sombra de dúvida o pior dos livros que já li de Julio Verne, um ótimo autor que sempre recomendei. Não sei se o fato de estar tendo que engolir o livro a força ou devido as descrições fracas que ele apresenta do Brasil (sim a história se passa aqui) ele simplismente é... fraco. Como posso falar isso se nãoo terminei de ler o livro ainda? (vergonha vergonha) Porque ele é realmente fraco. Talvez para uma Europa de fim de século até que as jornadas através do Grande Rio com listas enormes de espécies de plantas sejam interessantes, mas a trama fraca não empolga o leitor em momento algum. Claro que esta pequena mancha não tira o mérito do autor, afinal ele jamais sequer pisou no pais, e as descrições dele são realmente apuradas, prova de um estudo intenso sobre o Brasil e a Bacia Amazonica. Pena que é só isso. A, claro, também tem uma trama curiosa com charadas e um passado obscuro pra não deixar tudo tão com cara de catálogo de plantas brasileiras. Mas não salva o papel que foi impresso... Tentei ler (sem sucesso) em novembro de 2004

    9 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 201
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas3%
    Jules Gabriel Verne Allotte profile picture

    Jules Gabriel Verne Allotte

    Júlio Verne nasceu em 8 de fevereiro de 1828 na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. Seu pai, Pierre Verne, era um magistrado de Provins. A proximidade do porto e das docas constituíram grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Em 1839, partiu para Índia como aprendiz de marinheiro, mas foi interceptado por seu pai em Paimboeuf, o que fez Verne prometer que viajaria

    315 Livros
    1.901 Seguidores
    Loire-Atlantique, França

    Jules Gabriel Verne Allotte