A literatura de Cordel é um tipo de poesia popular impressa em folhetos, que eram expostos para venda, pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome típico do Nordeste. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos etc. A literatura de Cordel funciona, também, como divulgadora da arte do cotidiano e das tradições (populares) literárias regionais e para a perpetuação do folclore brasileiro. Hoje, essa modalidade poética também se faz presente em outros estados do Brasil. Para demonstrar a riqueza da flora do cerrado, o escritor Antonio Alencar Sampaio usou o formato do Cordel.
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