Sinopse: O tempo morde tanto ou mais que a loucura nos contos breves e cortantes de Nara Vidal. A decrepitude está à espreita em cada esquina, Em cada casamento acomodado, em cada frustração ou tédio. Intituladas com nomes de mulheres, as pequenas fábulas são humanas, de tão cruéis. O que é ser ?humano?, afinal, parece perguntar-se Nara a cada parágrafo. O que fazemos aqui? Existimos apenas para a reprodução e depois morrermos, insatisfeitos com a vida, como a mariposa Atlas no conto final, Íris? O amor, neste livro duro, mas saborosíssimo, só vinga quando impossível, ou quando a morte o arrebata. E aí só resta atear fogo às vestes com uma garrafa de rum e uma prosaica caixa de fósforos
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"Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro
Ergo as pálpebras e tudo volta a renascer
(Acho que te criei no interior da minha mente)"
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Definitivamente foi um dos melhores livro que já li, com uma quantidade certa de dó pelo personagem, na verdade tive muita. O livro tem no total 21 contos (além de um falso começo), cada um com o nome da nossa personagem principal, que é narrado ou por ela, ou por um observador ou alguém que ela lhe compartilha a loucura; são contos, alguns que abordam temas como morte, abuso, crime, abandono, velhice, saudades... Muitos com reviravoltas e coisas que sentimos por não poder ajudar as personagens; como no primeiro conto, "Efigênia" em que eles acham que ela perdeu a cabeça literalmente sendo que o pior foi que ela perdeu metaforicamente.
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Adorei, recomendo para vocês lerem esses contons que vão mexer com você .