Segunda edição especial de Mestres do Terror, publicada em dezembro de 1988. Fiquei em dúvidas em relação às 13 HQs, por isso não vou diferenciar inéditas de repetidas.
"O homem bom", ilustrada por Flávio Colin, é a melhor da edição. Conta a história de Giges, um aldeão que usava um artifício mal compreendido para proteger sua cidade, porém, a calúnia e morte que lhe impuseram desencadeou seu maior receio - a peste negra.
"A maldição da múmia" tem abordagem histórica do mito, explorando a descoberta do túmulo de Tutancâmon em 1922. Desenhos de Rodolfo Zalla.
"A lua dos lobos" traz o embate entre a múmia e um lobisomem. Gostei e a tenho como uma das mais empolgantes HQs de kháris, a múmia. Rubens Cordeiro ilustrou.
"O calhambeque vermelho" é mais uma famigerada história do Morto do Pântano, dando uma de Roberto Carlos no calhambeque bi-bi (KKKKKK!). Ilustrada por Eugenio Colonnese.
"Macberth" traz adaptação tosca e chata da obra de Shakespeare. Não gostei e foi concebida por Alvaro Moya.
"As águas proibidas" - mitologia indígena da Iara. Apesar da história ter o texto expresso apenas no narrador, é interessante.
"A casa dos horrores" tem um episódio repetido, mas a história é maneira, especialmente por ser a mais sensual da série.
Entre outras...
Ah, legal também o anexo sobre Ingrid Pitt, atriz polonesa que se destacou em filmes de terror dos anos 60 e 70, protagonizando tipos célebres como Carmilla e a Condessa Elizabeth Bathory, além de vários filmes antológicos de vampiros.