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    Memórias De Adriano (Saraiva De Bolso #151) -

    Marguerite Yourcenar

    Saraiva
    2014
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9788520934203
    Português Brasileiro
    4.5
    2 avaliações
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    Um personagem real: o grande imperador romano, Adriano; e memórias “reinventadas”, escritas em primeira pessoa. Iniciado em 1924 e concluído em 1951, Memórias de Adriano teve muitos manuscritos destruídos, desaparecidos, abandonados, num intenso processo de pesquisa, escrita e reescrita. Nele, Marguerite Yourcenar recria a vida do imperador Adriano — seus triunfos e reveses — e o reordenamento gradual que impôs a um mundo dilacerado pela guerra. Adriano configura-se num exemplo dos melhores atributos do Humanismo antigo. Tudo isso com a imaginação, histórica e criticamente depurada, de uma grande escritora, além de sua prosa tanto elegante quanto precisa.

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    Marguerite Cleenewerck de Crayencour

    Marguerite Yourcenar, pseudônimo de Marguerite Cleenewerck de Crayencour (anagrama de Yourcenar), foi uma escritora belga de língua francesa. Foi a primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras em 1980, após uma campanha e apoio activos de Jean d'Ormesson, que escreveu o discurso de sua admissão. Foi educada de forma privada e de maneira excepcional: lia Jean Racine com oito anos de idade, e seu pai ensinou-lhe o latim aos oito anos e grego aos doze. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos, onde passou o resto de sua vida, obtendo a cidadania estado-unidense em 1947 e ensinando literatura francesa até 1949. As suas Mémoires d´Hadrien (Memórias de Adriano), de 1951, tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Œuvre au Noir (A Obra em Negro, 1968), uma biografia de um herói do século XVI, chamado Zénon, atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou La vision du vide (1981) e Comme l´eau qui coule (1982).

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    Marguerite Cleenewerck de Crayencour