O Conselho Federal de Psicologia e os Conselhos Regionais vêm continuamente lutando pelo controle social da mídia, instrumento essencial para a promoção de uma comunicação democrática no Brasil, que só poderá ser plenamente garantida pela correlação de forças entre os Sistemas de Comunicação Privado, Público e Estatal. A posição da Psicologia em relação à Comunicação destaca as consequências, para a população, da concentração da propriedade dos meios de comunicação em poucas empresas, determinantes na formação de subjetividades de grande parte das famílias brasileiras. A Lei afirma que os veículos têm concessão pública, mas ela transformou-se em moeda de troca, de poder que influencia diretamente a sociedade, estimulando e produzindo um grande e homogêneo mercado consumidor no qual os anunciantes, que patrocinam a comunicação, ditam as regras do que deve ser consumido, desejado, amado ou odiado. É preciso criar um novo marco regulatório que revisite o passado e aponte para o futuro das novas tecnologias, que não estão compreendidas por marcos legais que datam de 1962 e não dão conta de nossos novos modos de produção de informação e conhecimento. Fonte: http://site.cfp.org.br/

