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    A Segunda Mais Antiga Profissão do Mundo - Jornalismo, Política e Cultura nos Textos do Maior Polemista da Imprensa Brasileira

    Paulo Francis

    Três Estrelas
    2016
    408 páginas
    13h 36m
    ISBN-13: 9788568493328
    Português Brasileiro
    3.7
    17 avaliações
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    "Nunca apoiei governo algum. Acho que é um dever de jornalista adotar o mote dos anarquistas. Hay gobierno, soy contra", escreve Paulo Francis em um dos textos dessa nova coletânea de seus melhores artigos publicados na Folha de S.Paulo entre 1975 e 1990. Espírito inquieto e independente, Francis foi um dos jornalistas mais importantes do país entre o final da ditadura militar e a redemocratização do Brasil. Seus comentários e reportagens - que nunca deixavam indiferentes os leitores - preservam até hoje vigor incomum, como se pode atestar neste livro. Textos que marcaram época estão reunidos em "A Segunda Mais Antiga Profissão do Mundo'. Eles trazem a visão incisiva de Francis sobre o jornalismo, a TV e o show business, suas análises lúcidas e sarcásticas da política brasileira e americana, além de retratos memoráveis de Carlos Lacerda, Samuel Wainer, Antonio Maria, Stanislaw Ponte Preta, Henfil e Millôr Fernandes, entre outras personalidades de seu tempo.

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    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra picture
    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra06/09/2019Resenhou um livro
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    Livro que reúne os melhores artigos publicados por Paulo Francis na Folha de São Paulo entre 1975 e 1990. Empreste esse livro na biblioteca pública Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

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    Franz Paul Trannin da Matta Heilborn profile picture

    Franz Paul Trannin da Matta Heilborn

    Foi um jornalista, crítico de teatro, diretor e escritor brasileiro. Trabalhou em vários jornais, entre eles, Última Hora, O Pasquim, O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo. Estudou no colégio São Bento e no Colégio Santo Inácio. Nos anos 50, frequentou a Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Envolveu-se com as ideias dos intelectuais de esquerda dos anos 60. Era simpatizante do movimento trotskista. O grande destaque da carreira de Francis como crítico foi no jornal O Pasquim, dos anos 60 aos 70. Em 1971, foi morar em Nova York, onde se tornou correspondente do Pasquim e da Folha de São Paulo. Escreveu romances, porém não obteve sucesso popular. A partir dos anos 80, Francis deu uma guinada ideológica à direita, criticando os políticos do PT, combatendo o governo Sarney e aderindo às ideias conservadoras e neoliberais. Atuou durante muito tempo como comentarista de cultura da TV Globo a partir da década de 80. Tornou-se comentarista do canal GNT no programa Manhattan Connection, nos anos 90.

    14 Livros
    19 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Franz Paul Trannin da Matta Heilborn