Um Pressentimento Funesto -

    Agatha Christie

    Nova Fronteira
    1968
    230 páginas
    7h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Tommy e Tuppence Beresford depois de caçarem o famigerado espião "M ou N" na Segunda Guerra Mundial, desfrutam em ameno convívio as delícias da aposentadoria... Que mais lhes falta? Bem... Um dia visitam a tia Ada de Tommy em Sunny Ridge, asilo de velhice feminina, modelar no gênero - ao menos nas aparências... A idosa tia morre serenamente durante o sono. Mas outra pensionista, entregue à guarda de parentes um tanto misteriosos, desaparece sem deixar rastro. Mera coincidência? Embora Tuppence duvide, Tommy ridiculariza sua insistência em descobrir o paradeiro de Mrs. Lancaster. Entre as pistas que ela resolve seguir, incluem-se o quadro a óleo de uma casa à beira de um canal, uma típica aldeia inglesa onde jamais ocorre qualquer fato digno de menção (?), uma personagem que recebe o apelido de "a bruxa camarada" e o cemitério de uma igreja multissecular. Quando Tommy regressa de uma conferência supersigilosa, verifica que Tuppence sumiu do mapa. Todo romance policial de Agatha Christie desafia a argúcia do leitor. Um Pressentimento Funesto, porém, escrito em 1968, contém um ingrediente extra e bem que se poderia chamar Um Calafrio na Espinha.

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    Marlon Santana17/09/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um Pressentimento Funesto

    O livro começa com Tommy e Tuppence Beresford fazendo uma visita à tia Ada, já com idade avançada, no asilo de Sunny Ridge. Enquanto Tommy conversa com sua tia, Tuppence encontra com a sra. Lancaster que fala algo que a deixa apreensiva. Algumas semanas depois, Tia Ada morre e quando eles vão ao asilo verificar os pertences, a sra. Lancaster tinha sido retirada de lá de maneira brusca e ninguém sabia ao certo aonde ela estava. A partir daí, Tuppence cisma que há algo de errado tanto pelo sumiço repentino quanto pela frase e parte para investigar o que aconteceu. A trama se baseia em um pressentimento, na intuição e um pouco de coincidências para desenrolar a história, mas acontecem na medida certa até certo ponto. O livro é em terceira pessoa e segue uma narrativa de investigação um pouco diferente dos outros livros da Agatha, esse não conseguiu me prender muito, apesar de bem escrito e ter, novamente, diálogos muito bem construídos, há alguns monólogos que deixam a leitura bem densa. A premissa é bem interessante, mas não consegui me conectar com a história e as motivações, apesar de no início ter sentido uma nostalgia agradável ao lembrar que já conhecia Tommy e Tuppence de outro livro. Para quem gosta de livros de investigação que fogem do comum ou que já conheciam Tommy e Tuppence esse livro é uma boa pedida. E vocês, costumam seguir suas intuições? Foto e resenha lá no meu Instagram, @marlonbsan, quem puder segue lá :D

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