O assasinato no expresso do Oriente, ao meu ver, é um bom livro.
O detetive Poirot, embarca no trem visando a chegada a londres porém encontra mais um caso para sua carreira.
É um Agatha Christie; introdução, assassinato, perguntas, Poirot pensa, pensa mais, desenrola, questiona os passageiros, descobre fatos, conta para todos quem foi o assassino.
No geral o livro é ótimo; só não era o estilo que eu deveria ter lido agora.
Prefiro mais o “Morte no nilo”, me apeguei mais à trama.
Neste, o que me fascinou, foi que Poirot admitiu para seus colegas detetives, que estavam no trem com ele por coincidência, que ele, Poirot, já sabia quem era o assassino dês do começo.
“Oh, yes,' he said. 'I have known for some time. It is so clear that I wonder you have not seen it also.' He looked at Hardman and asked, 'And you?'
Tradução:
“Oh, sim. Ele disse. Eu tenho sabido por um longo tempo. É tão claro que me pergunto como vocês não sabem também. Ele olhou para Hardman e pergutou: E você sabe?”
O livro é bom; íncrivel, ao meu ver, não.
Tinha expectativas, acho que as vibes não bateram