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    O anel de ametista -

    Anatole France

    Civilização Brasileira
    1978
    175 páginas
    5h 50m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    14 avaliações
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    Anatole France (1844-1924) destaca-se, na literatura francesa, como a figura de maior renome nos 20 primeiros anos do séc. XX. O prêmio Nobel de 1921 que recebeu apenas confirmava sua cotação nacional e internacional. Era moda ler Anatole France, era sinal de bom tom cultivar, como ele, l'ironie et la pitié, dava status intelectual ser anatoliano, isto é, cético e sutil. [...] 'O Anel de Ametista' pertence à segunda fase de Anatole France, em que o romancista questiona problemas sociais, políticos e éticos. ==== https://armonte.wordpress.com/2010/10/19/a-atualidade-do-anacronico-anatole-france/

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    Jacques Anatole François Thibault profile picture

    Jacques Anatole François Thibault

    Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 — Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês. De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc. Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris. Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896. Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

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