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    IMIGRANTES E MASCATES (Memória e História) -

    Bernardo Kucinski

    Companhia das Letrinhas
    2016
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-13: 9788574067407
    Português Brasileiro
    3.6
    19 avaliações
    Leram36Lendo4Querem37Relendo1Abandonos1Resenhas3
    Favoritos0Desejados37Avaliaram19

    Quando a Alemanha invadiu a Polônia no dia 1o. de setembro de 1939, dando início à Segunda Guerra Mundial, Bernardo Kucinski estava prestes a completar dois anos de idade. Sua mãe, polonesa, tinha chegado ao Brasil havia apenas quatro anos e mal falava português. Neste livro, o autor conta sobre a sua infância no bairro da Água Fria, em São Paulo, a descoberta dos livros, a influência de seu pai em sua vida e, entre outros temas, sobre as dificuldades enfrentadas por uma família judaica em um dos períodos mais conturbados da história.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Nat Rufino picture
    Nat Rufino21/01/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    ^^ Pilha de Leitura ^^

    Livro infanto juvenil e ilustrado, Imigrantes e Mascastes conta a história da família de Bernardo Kucinski (autor de K. Relato de uma Busca): como seus pais fugiram da Segunda Guerra e como se instalaram em São Paulo. Pitadas de história em meio à história familiar. Gostei muito da leitura!

    9 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 19
    • 5 estrelas16%
    • 4 estrelas53%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas0%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski