Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores112
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Napoleão Como Fazer a Guerra - Máximas e Pensamentos de Napoleão Recolhidos por Honoré de Balzac

    Honoré de Balzac, Napoleão Bonaparte

    L&PM Pocket
    2002
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-10: 8525414352
    Português Brasileiro
    3.7
    42 avaliações
    Leram64Lendo1Querem47Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos2Desejados47Avaliaram42

    O célebre romancista francês, Honoré de Balzac (1799-1850), nunca escondeu seu fascínio pela controversa figura de Napoleão Bonaparte (1769-1821), imperador da França, conquistador da Europa, estadista, déspota e gênio militar. Além de sua própria obra, muitas vezes impregnada do legado napoleônico, Balzac recolheu alguns escritos e máximas do imperador dos franceses e organizou-os no presente volume, até hoje inédito no Brasil. Como fazer a guerra divide-se em cinco partes: “O republicano e o cidadão” reúne reflexões sobre a sociedade civil europeia e sobre a natureza das revoluções; “A arte militar”, em que o tema é o estado de guerra (e nesta parte Napoleão dá mostras da intrepidez que o tornou célebre, em máximas como “Na guerra, todo comandante de praça que a entrega um momento antes de ser obrigado a isso merece a morte”); “O soberano e o organizador”, que traz pensamentos voltados à arte (e desafio) de governar e de exercer autoridade (“A boa política é fazer crer aos povos que eles são livres, o bom governo é torná-los felizes como eles querem ser”). Em “Experiência e infortúnio”, estão reunidos máximas e aforismos em que Napoleão filosofa sobre o fracasso, e sobre sua própria experiência de ter perdido a guerra e o governo (“O acaso é o único rei legítimo no universo”). A última parte, “Sobre o lorde Castlereagh”, consiste em um texto único em que ele analisa a figura do diplomata inglês que organizou a quádrupla aliança entre Áustria, Rússia, Grã-Bretanha e Prússia contra o próprio Napoleão. Mais do que meras curiosidades, as máximas de Napoleão revelam verdades sobre a humanidade e sobre os Estados modernos, que tiveram início, tal qual os conhecemos, em finais do século XVIII.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Lucas Schönhofen Longoni picture
    Lucas Schönhofen Longoni24/01/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Da série de livros para se ler em intervalos curtos de tempo disponível. Serve ao propósito e pelo menos não são citações soltas. Há o contexto da reunião delas por Balzac, que mesmo sendo um realista admirava Napoleão. Gênio reconhece gênio.

    10 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 42
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas0%
    Honoré de Balzac profile picture

    Honoré de Balzac

    Foi um renomado escritor francês. Uma de suas principais obras foi A Comédia Humana, série de romances notáveis e contos em que Balzac demonstra as principais características de seu estilo literário: sentimentos, realidade social, descrições minuciosas, cotidiano da vida burguesa, imaginação e valorização das paixões humanas. Passava aproximadamente 15 horas por dia escrevendo movido a muitas xícaras de café. Casou-se no ano de sua morte com uma polonesa, Eveline Hanska, com quem manteve contato por carta por aproximadamente 15 anos.

    219 Livros
    382 Seguidores

    Honoré de Balzac