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    Violetas e Pavões -

    Dalton Trevisan

    Record
    2009
    127 páginas
    4h 14m
    ISBN-10: 8501087025
    Português Brasileiro
    3.7
    45 avaliações
    Leram83Lendo2Querem51Relendo0Abandonos3Resenhas2
    Favoritos5Desejados51Avaliaram45

    Estes 22 contos inéditos de Dalton Trevisan, um dos mais importantes escritores brasileiros, são apresentados no mais perfeito estilo do mestre: linguagem mordaz, diálogos incomuns e exacerbado erotismo.

    Resenhas (2)Ver mais
    Cristiano Vituri picture
    Cristiano Vituri01/11/2020Resenhou um livro
    0

    Dalton versão 2.0

    Não sou especialista em literatura, nem especialista em Dalton Trevisan. Escritor que, opinião minha, deveria ser materia de Universidade! Mas como leitor costumaz e fã incondicional dos lendas curitibanas e de forma geral do ser humano. Dalton está diferente, mais incisivo, nao tao escondendo as palavras que antes ficavam sub entendidas. Ler Dalton Trevisan é entrar nos percalços do cidadão de terceiro mundo, das coisas que acontecem mesmo e nao conseguimos mudar: o policial corrupto, o pedofilo, o traficante que alicia pessoas a inviabilidade dos destinos. Obrigado maior contista brasileiro vivo!

    10 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 45
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas2%
    Dalton Trevisan profile picture

    Dalton Trevisan

    É um escritor brasileiro de Curitiba, Paraná. Importante contista da literatura brasileira, Dalton Trevisan foge de entrevistas e exposições ao público e até mesmo de premiações. Por esse motivo é conhecido como "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus mais conhecidos livros. Para seus contos e personagens, inspira-se em habitantes da cidade e trata de situações de significado universal. Tornou-se cada vez mais minimalista em seus contos e tem apenas um romance publicado, "A Polaquinha". E QUE ROMANCE! Dalton Jérson Trevisan (Curitiba, 14 de Junho de 1925) é um advogado, escritor, autor, e um dos maiores contistas brasileiros de todos os tempos, famoso por seus livros de Contos, especialmente "O Vampiro de Curitiba" (1965), e por sua natureza misteriosa, reclusa e reservada. Ele estudou no Colégio Estadual do Paraná e trabalhou, durante sua juventude, na fábrica de vidros de sua família. Depois de se formar pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná), chegou a exercer a advocacia durante 7 anos. Quando era estudante de Direito, Trevisan costumava lançar seus Contos em modestos folhetos. Ele liderou o grupo literário que publicou, entre 1946 e 1948, a revista 'Joaquim'. O nome, segundo ele, era "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil". A publicação tornou-se porta-voz de uma geração de escritores, críticos e poetas. Reunia Ensaios assinados por Antonio Cândido, Mário de Andrade e Otto Maria Carpeaux e Poemas até então inéditos, como "O Caso do Vestido", de Carlos Drummond de Andrade. A revista também trazia traduções de Joyce, Proust, Kafka, Sartre e Gide e era ilustrada por artistas como Poty, Di Cavalcanti e Heitor dos Prazeres. A publicação, que circulou até Dezembro de 1948, continha o material de seus primeiros livros de Ficção, incluindo "Sonata Ao Luar" (1945) e "Sete Anos de Pastor" (1948) - duas obras renegadas pelo autor. Em 1954, ele publicou o "Guia Histórico de Curitiba", "Crônicas da Província de Curitiba", "O Dia de Marcos" e "Os Domingos ou Ao Armazém do Lucas", edições populares à maneira dos folhetos de feira. Inspirado nos habitantes da cidade, ele criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante. Ele publicou também "Novelas Nada Exemplares" (1959) e ganhou o 'Prêmio Jabuti' da Câmara Brasileira do Livro. Como era de se esperar, enviou um representante para recebê-lo. "Morte na Praça" (1964), "Cemitério de Elefantes" (1964) e "O Vampiro de Curitiba" (1965). Isolado dos meios intelectuais e concorrendo sob pseudônimo, Trevisan conquistou o primeiro lugar do 'I Concurso Nacional de Contos' do Estado do Paraná, em 1968. Escreveu depois "A Guerra Conjugal" (1969), posteriormente transformada em um premiado filme, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, "Crimes da Paixão" (1978) e "Lincha Tarado" (1980). Em 1994 publicou "Ah, é?", obra-prima do estilo minimalista. Seu único Romance publicado é o maravilhoso erótico "A Polaquinha". É reconhecido como um dos mais importantes contistas da literatura brasileira por grande parte dos críticos do país. Entretanto, é avesso a entrevistas e exposições em órgãos de comunicação social, criando uma atmosfera de mistério em torno de seu nome. Por esse motivo, ele recebeu a alcunha de "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus livros. Ele assina apenas "D. Trevis" e não recebe a visita de estranhos. Prêmios: Foi eleito por unanimidade vencedor do 'Prémio Camões' de 2012, ano em que também recebeu o 'Prêmio Machado de Assis', da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. SUAS OBRAS: Novelas Nada Exemplares (1959) Cemitério de Elefantes (1964) Morte na Praça (1964) O Vampiro de Curitiba (1965) Desastres do Amor (1968) Mistérios de Curitiba (1968) A Guerra Conjugal (1969) O Rei da Terra (1972) O Pássaro de Cinco Asas (1974) A Faca No Coração (1975) Abismo de Rosas (1976) A Trombeta do Anjo Vingador (1977) Crimes de Paixão (1978) Primeiro Livro de Contos (1979) Vinte Contos Menores (1979) Virgem Louca, Loucos Beijos (1979) Lincha Tarado (1980) Chorinho Brejeiro (1981) Essas Malditas Mulheres (1982) Meu Querido Assassino (1983) Contos Eróticos (livro) (1984) "A Polaquinha" (Romance Erótico) (1985) Noites de Amor em Granada Pão E Sangue (1988) Em Busca de Curitiba Perdida (1992) Dinorá - Novos Mistérios (1994) Ah, É? (1994) 234 (1997) Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades (1998) Quem Tem Medo de Vampiro? (1998) 111 Ais (2000) Pico Na Veia (2002) 99 Corruíras Nanicas (2002) O Grande Deflorador (2002) Capitu Sou Eu (2003) Continhos Galantes (2003) Arara Bêbada (2004) Gente Em Conflito (com Antônio de Alcântara Machado) (2004) Macho Não Ganha Flor (2006) O Maníaco do Olho Verde (2008) Uma Vela Para Dario (talvez 2008) 35 Noites de Paixão - Contos Escolhidos (2009) Violetas e Pavões (2009) Desgracida (2010) Mirinha (2011) Nem Te Conto, João (2011) O Anão E A Ninfeta (2011) Novos Contos Eróticos - Antologia (2013) A Mão Na Pena (2014) O Beijo Na Nuca (2014) Logo abaixo, os dois primeiros livros publicados, que o autor renega (editores desconhecidos): Sonata ao Luar (1945) Sete Anos de Pastor (1948) No exterior: Novelas Nada Ejemplares - tradução de Juan Garcia Gayo, Monte Avila - Caracas (1970) De koning der aarde (O Rei da Terra) - tradução de August Willemsen - Amsterdam (1975) The Vampire of Curitiba and Others Stories - tradução de Gregory Rabassa, Alfred A. Knopf - Nova York (1972) El Vampiro de Curitiba - tradução de Haydée M. J. Barroso, Ed. Sudamericana - Buenos Aires (1976) De vijfvleugelige vogel (O Pássaro de Cinco Asas) - trad. August Willemsen - Amsterdam (1977) Ehekrieg (Guerra Conjugal) - (coletânea de contos, não corresponde ao livro "A Guerra Conjugal") - tradução de Georg Rudolf Lind, Ed. Suhrkamp - Frankfurt (1979) Antologias: Contos em Antologias alemãs (1967 e 1968), argentinas (1972 e 1978), americanas (1976 e 1977), polonesas (1976 e 1977), sueca (1963), venezuelana (1969), dinamarquesa (1972) e portuguesa (1972). Filme: Guerra Conjugal (1974), histórias e diálogos do autor, roteiro e direção de Joaquim Pedro de Andrade.

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    Paraná, Brasil

    Dalton Trevisan