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    Chicas Muertas -

    Selva Almada

    Literatura Random House1
    2013
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9789873650260
    Espanhol
    4
    17 avaliações
    Leram23Lendo1Querem17Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados17Avaliaram17

    "Tres adolescentes de provincia asesinadas en los años ochenta, tres muertes impunes ocurridas cuando todavía, en nuestro país, desconocíamos el término femicidio." Tres asesinatos entre los cientos que no alcanzan para titulares de tapa ni convocan a las cámaras de los canales de Buenos Aires. Tres casos que llegan desordenados: los anuncia la radio, los conmemora un diario de pueblo, alguien los recuerda en una conversación. Tres crímenes ocurridos en el interior del país, mientras la Argentina festejaba el regreso de la democracia. Tres muertes sin culpables. Convertidos en obsesión con el paso de los años, estos casos dan lugar a una investigación atípica e infructuosa. La prosa nítida de Selva Almada plasma en negro lo invisible, y las formas cotidianas de la violencia contra nenas y mujeres pasan a integrar una misma trama intensa y vívida. Con este libro, la autora abre nuevos rumbos a la no ficción latinoamericana.

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    Isabelle Lara Campos13/08/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    No livro Garotas Mortas, Selva Almada recupera a memória de três jovens mortas em pequenas cidades argentinas na década de 1980. Ainda adolescente a autora recebeu a notícia de que próximo ao seu povoado Andrea Danne foi assassinada dentro de sua casa enquanto dormia. A autora, então com 13 anos, não conhecia a jovem morta, mas sua morte lhe chegou como uma revelação: o perigo não estava nas ruas ou em estranhos como seus pais alertavam, em qualquer lugar que estivesse o fato de ser mulher a colocava em risco. A partir desse momento a autora começa a se indagar “é possível que alguém morra simplesmente por ser mulher?”. Andrea, María Luisa e Sarita foram mortas três vezes: ao serem assassinadas, ao não terem seus assassinos presos e ao serem esquecidas; depois de mais de três décadas os três casos continuam sem solução. Não são mais três mulheres entre tantas outras, elas tinham uma história, famílias e planos antes de terem a vida interrompida e é isso que a autora busca fazer nesse livro, contar sobre suas vidas, lhes dar um rosto e para isso a própria Selva Almada se insere na história, investiga a morte de cada uma, visita o povoado onde viviam, conversa com seus parentes e amigos. Esse envolvimento da escritora com as garotas mortas se deve ao entendimento de que o que a diferencia das meninas que morreram é a sorte, pois qualquer mulher corre o risco de ser morta na rua por um desconhecido, pelo namorado ou ex, pelo pai ou qualquer outro parente ou pode ser que seja morta dormindo em sua cama de madrugada e o assassino nunca seja descoberto e preso; é preciso fazer isso por sua memória mas também para que isso não continue acontecendo dia após dia, mais de trinta anos depois em qualquer lugar do mundo.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4 / 17
    • 5 estrelas35%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas18%
    • 1 estrelas0%
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    Selva Almada

    Considerada uma das vozes mais poderosas da literatura argentina e uma das mais promissoras da ficção latino-americana, publicou seus primeiros contos na revista Análisis, de Paraná. De 1997 a 1998 dirigiu a revista CAelum Blue. Recebeu rasgados elogios com seu primeiro romance, El viento que arrasa (2012), considerado o melhor livro do ano no momento da publicação, e foi finalista do Prémio Tigre Juan (Espanha) com o romance Ladrilleros (2013). É ainda autora de um livro de poesia e dos livros de contos Niños (2005), Una chica de provincia (2007) e El desapego es una manera de querernos (2015). Garotas Mortas (2014), o seu romance não ficção, foi finalista do Prémio Rodolfo Walsh, da Semana Negra de Gijón (Espanha), para a melhor obra de não ficção de género negro. A sua obra encontra-se traduzida para português, francês, italiano, alemão, holandês, sueco e turco. Co-dirige o ciclo de leituras Carne Argentina e coordena oficinas de escrita em Buenos Aires e no interior do país.

    14 Livros
    19 Seguidores

    Selva Almada