Na matéria de capa um olhar sobre o EUA em sua política de valorização da liberdade. Na prática é bastante bairrista e interesseira, ficando evidente na eleição do Trump.
Uma curiosidade, ainda que banal. A revista mostrou a simbologia da águia da cabeça branca (quando foi estabelecida, a inspiração não estava no espírito de liberdade evocado pela ave e sim no imperialismo antigo dos romanos, onde a águia era o símbolo).
Fica em paralelo no texto a valorização da liberdade e coisas absurdas que se tornaram toleráveis em nome dela, como a Ku Klux Klan e a política de segregação racial de outros tempos. O país é muito unido na defesa dos interesses pessoais, sejam quais forem.
A edição trouxe também uma matéria sobre a "Cruzada Albigense", que foi uma ofensiva repressora dos cristãos contra os cátaros, no que o catolicismo determinava. De certa maneira vi algo do que foi abordado na capa, com a liberdade conduzida segundo os interesses pessoais.
Outra matéria curiosa (historicamente) foi sobre a primeira deputada eleita no Brasil, a paulistana Carlota Pereira de Queiroz. Interessante que ela teve embate com outra congressista no Brasil, Bertha Luiz, em um momento em que ambas eram pioneiras. A questão do impasse é que a segunda era abertamente feminista e Carlota não tinha essa visão.
Um último aspecto que chamou minha atenção foi a abertura na tumba que acreditam ter sido de Jesus. Não posso deixar de registrar que o mais importante é quem nela esteve (se for essa mesmo), mas a questão que chamou minha atenção é que o local foi oficializado como tumba de Jesus pelo Imperador Adriano no século II e a motivação foi de escarnecer dos cristãos, pois sobre ela construiu um templo pagão.
Para mim tanto faz tanto fez. Cristo vive!