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    A Sindrome da Antena Parabolica -

    Bernardo Kucinski

    Perseu Abramo
    2000
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 8586469122
    Português Brasileiro
    3.8
    21 avaliações
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    Favoritos3Desejados54Avaliaram21

    Contundente análise sobre a construção e a função do espaço público configurado pelos meios de comunicação de massa no Brasil, mostrando o papel da imprensa e dos jornalistas em momentos cruciais da nossa história e os interesses aos quais a mídia está submetida

    Resenhas (1)Ver mais
    Tiago Ribeiro Santos picture
    Tiago Ribeiro Santos11/01/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Considero Bernardo Kucinski um dos autores que devem ser lidos por todo o decorrer do curso de jornalismo. Os porques disso são bem simples. Além da grande experiência na área da comunicação, Kucinski traz para dentro de a Síndrome de Antena Parabólica, lições de éticas que são trabalhadas sobre fatos já acontecidos no jornalismo brasileiro quando, essa própria ética, esteve ausente. Não deve ser deixado de lado o forte vínculo partidário que o autor possui, mas, seus apontamentos parecem, por todo o livro, ser a mais pura verdade – principalmente quando explorado o poder da mídia como forma de controle da informação. Ética, assuntinho que deve transcender a qualquer profissão. Deve fazer parte de nossa vida diariamente. Um assunto que, neste livro, Bernardo Kucinski faz questão de ir além de qualquer código chato, óbvio, já escrito e assinado, mas muitíssimo não respeitado.

    1 curtida

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    3.8 / 21
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas38%
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    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas0%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski